Folha Regional

Votuporanga registra 11 casos de dengue em janeiro

Total de notificados chega a 40

Votuporanga inicia 2019 com a confirmação de 11 casos positivos de dengue no mês de janeiro. No total, 40 casos foram notificados. O número elevado de notificações começa a preocupar. Nenhum caso de Zika, Chikungunya e Febre Amarela foi contabilizado. Embora seja considerado baixo o número de pessoas que tiveram quaisquer uma das doenças transmitidas pelo Aedes até o momento, a população deve estar atenta aos possíveis criadouros do mosquito. 

Causador de doenças graves como Dengue, Chikungunya, Zika e Febre Amarela, o mosquito precisa ter seus criadouros eliminados a fim de se combater eficientemente sua proliferação. Embora o Município conte com a importante participação dos agentes comunitários de saúde e de endemias para o combate ao Aedes, a redução do número de casos dessas doenças só será efetiva a partir da ação dos próprios moradores. 

Para a Secretária Municipal da Saúde, Márcia Reina, só o conjunto de esforços preventivos entre a população e o Poder Público, por meio dos agentes comunitários de saúde e de endemias, é capaz de reduzir os riscos do surgimento de novos casos. “A prevenção deve ser mantida, mesmo que os números de registros dessas doenças ainda não estejam alarmantes. Enquanto agirmos de modo preventivo, a tendência é de que esses casos diminuam ano a ano”. 

No trabalho de controle ao Aedes Aegypti, a Secretaria Municipal de Saúde, por intermédio do Secez (Setor de Controle de Endemias e Zoonoses), realiza rotineiramente visitas nas casas, como também, arrastões, bloqueios, pulverizações, eliminação de criadouros, orientações aos moradores e trabalho de educação em saúde nas escolas, indústrias, clubes de serviços, igrejas, entre outros.  

As pessoas devem redobrar os cuidados em suas residências, verificando o armazenamento de água parada, e os recipientes que possam acumular água e virar criadouros do mosquito. Portanto, o Setor orienta à população a manter os quintais limpos, eliminando possíveis criadouros como garrafas, sacolas plásticas, entre muitos outros recipientes que possam acumular água da chuva. É igualmente importante lavar os bebedouros dos animais com água, bucha e sabão; limpar calhas, utilizar produtos (detergente, sabão em pó) nos ralos internos e externos, a fim de se evitar a proliferação do vetor.  

Recomendações

Ao sentir sintomas como coceira no corpo, dores nas articulações, corpo e de cabeça; cansaço físico e mental; vermelhidão, sensibilidade nos olhos, náuseas, vômitos, tonturas, perda de apetite, febre baixa ou de início súbito, procure a UPA – 24 horas (Unidade de Pronto Atendimento) ou Hospital do Pozzobon “Fortunata Germano” para atendimento médico necessário. 

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Da Redação

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