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Produtor Rural precisa se cadastrar na Elektro

Para não perder descontos de 8% a 60% para o estado de São Paulo

A Elektro convoca clientes irrigantes, aquicultores e demais rurais para recadastramento da tarifa subsidiada. Por determinação da Resolução Nº 800, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os clientes classificados nessas categorias de consumo precisam revalidar a documentação para não perder descontos na conta de energia, que variam de 8% a 67% para Mato Grosso do Sul e de 8% a 60% para São Paulo. O percentual de subsídio depende da atividade desenvolvida.

Até dezembro, mais de 45 mil devem apresentar a comprovação exigida pela Aneel. Caso não efetuem o recadastramento, os consumidores atualmente beneficiados perdem o subsídio a partir de janeiro de 2020. Os clientes estão sendo convocados por meio de avisos nas faturas mensais de energia elétrica. No total, aproximadamente 137 mil clientes devem revalidar os dados cadastrais até 2021, conforme o calendário da distribuidora.

Entre as documentações necessárias, os clientes devem apresentar:

– Irrigantes: outorga d’água e licença ambiental;

– Agroindustriais: cartão CNPJ, Inscrição Estadual e documentação que comprove tratar-se de transformação ou beneficiamento de produtos advindos diretamente da agropecuária;

– Demais clientes rurais: cartão CNPJ/ CPF mais Imposto Territorial Rural (ITR), ou documento do INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), ou NIRF (Número do Imóvel na Receita Federal), ou CCIR (Certificado de Cadastro de Imóvel Rural) ou documento do PRONAF (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar).

O recadastramento será realizado nas Lojas de Atendimento Elektro ou por meio da rede credenciada. Os clientes que perderem o subsídio a partir de janeiro de 2020, por não revalidação das informações podem voltar a receber o desconto, caso regularizem a documentação junto à concessionária. No entanto, não haverá ressarcimento pelo período em que o cliente permaneceu descadastrado.

Sobre a Elektro

Reconhecida por 10 vezes como a melhor distribuidora de energia elétrica do Brasil, a Elektro tem atuação em 228 municípios, sendo 223 no Estado de São Paulo e cinco no Mato Grosso do Sul. Em uma área de concessão de 121 mil quilômetros quadrados, a concessionária atende 2,6 milhões de clientes (6 milhões de habitantes).

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Laboratórios recolhem medicamentos para úlcera no estômago

Lotes de remédios podem estar contaminados com produto cancerígeno

Os laboratórios Medley e Aché decidiram recolher lotes de medicamentos com cloridrato de renitidina por suspeita de uma possível contaminação de uma substância de efeito cancerígeno nos pacientes que consomem os produtos. Os medicamentos são utilizados para o tratamento de úlcera estomacal, refluxo, dentre outras enfermidades.

A Medley retirou do mercado 50 lotes do medicamento Ranitidina de 150mg e 300mg, com fabricação entre outubro de 2018 e setembro de 2019. O receio da companhia envolvia a possível presença de uma impureza da nitrosamina chamada N-nitrosodimetilamina, que teria potencial de causar câncer em seres humanos.

Já o laboratório Aché realizou também preventivamente a coleta dos medicamentos Label comprimidos e Label xarope e genéricos de cloridrato de raniditina. Em nota à Agência Brasil, alegou que “segue rigorosamente todas as solicitações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), inclusive a recomendação sobre o controle das nitrosaminas”.

Segundo a Medley, as pessoas que tiverem de se desfazer do medicamento não terão prejuízos. A empresa orienta quem estiver nesta situação a entrar em contato com o SAC da Medley pelo telefone 0800 7298 000, de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 17h.

Também no caso da Aché, dúvidas de pacientes ou lojistas vendedores dos produtos devem ser encaminhadas por meio da Central de Atendimento a Clientes pelo telefone 0800-701-6900 ou pelo e-mail:[email protected]

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Familiares de vítima de febre hemorrágica estão em quarentena

Vigilância Epidemiológica de Sorocaba informou que mulher e irmã de homem que morreu devem ficar sem contato com outras pessoas até 3 de fevereiro

Arenavírus é o causador da febre hemorrágica

O morador de Sorocaba (SP) que morreu no último dia 11 no Hospital das Clínicas, na capital paulista, com o primeiro caso recente de febre hemorrágica brasileira, passou por cinco cidades do interior de São Paulo, no período em que teria se infectado. 

Além de Sorocaba, onde mora, o homem de 52 anos esteve em Itapeva e Itaporanga, no sudoeste paulista, e em Eldorado e Pariquera-Açu, no Vale do Ribeira. A mulher da vítima e uma irmã do homem estão sob monitoramento.

“Orientamos as duas para que fiquem isoladas, em quarentena, pelo menos até o dia o dia 3 de fevereiro, quando vence o período máximo de possível transmissão. Também pedimos que evitem compartilhar copos, talheres, roupas e objetos de uso pessoal com outras pessoas”, afirmou a médica infectologista Priscilla Helena dos Santos, coordenadora da Vigilância Epidemiológica de Sorocaba.

De acordo com o secretário de Saúde de Sorocaba, Ademir Watanabe, é pouco provável que o homem tenha adquirido o vírus na cidade onde morava. Segundo ele, os locais mais prováveis de contaminação são áreas rurais de Itapeva e Itaporanga, onde o paciente esteve.

“Existe o relato de que em uma dessas localidades há um paiol com a presença de roedores, ratos do campo, que são os transmissores da doença. Na casa em que ele morava com a companheira, em Sorocaba, não existe a presença de ratos silvestres, que são o reservatório natural do arenavírus.”

Mesmo assim, segundo ele, todas as pessoas que tiveram contato com o paciente estão sendo monitoradas. A Vigilância Epidemiológica Estadual já orientou as medidas de bloqueio nas cidades visitadas pelo paciente.

Conforme o secretário, os deslocamentos do paciente foram reconstituídos para a adoção das medidas de bloqueio.

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No período de 1 a 5 de dezembro, ele permaneceu em Sorocaba, em sua casa na Vila Carvalho, viajando em seguida para Eldorado, no Vale do Ribeira, onde tem parentes. No dia 15, retornou para Sorocaba e, no dia 21, viajou para Itapeva, no sudoeste paulista. No dia seguinte, o homem se deslocou para Itaporanga, cidade da mesma região, permanecendo até o dia 26, quando retornou para Sorocaba.

No dia 29, um dia antes de apresentar os sintomas, ele viajou novamente para Eldorado, onde procurou uma unidade de saúde já com os sintomas iniciais da doença.

O quadro inicial, de dor no abdômen, náuseas e dores musculares, evoluiu para febre alta, queda de pressão, confusão mental e hemorragia. O paciente foi transferido para o Hospital Regional de Pariquera-Açu e, em seguida, para o Hospital das Clínicas de São Paulo.

De acordo com o secretário, a pasta municipal foi notificada no dia 7 de janeiro pelo Hospital das Clínicas da capital e iniciou as investigações epidemiológicas.

“Havia suspeita inicial de febre amarela, por ele ter viajado para o Vale do Ribeira, mas os sintomas eram diferentes e ele havia sido vacinado contra essa doença. Como havia ratos urbanos na região em que mora, nós passamos a investigar também a leptospirose. O fato é que, em nenhum momento, esse paciente foi atendido em Sorocaba, o que reduz o risco de contaminação aqui”, disse.

Sintomas

Segundo Priscilla Helena dos Santos, a população do entorno da residência do paciente foi alertada para ficar atenta aos sintomas da doença.

Os sintomas iniciais são: febre, dor de cabeça, dor abdominal forte, sonolência, prostração, queda de pressão, tontura e confusão mental. Em seguida, é constatado o comprometimento hepático (icterícia) e sinais de hemorragia.

A rede municipal foi colocada em alerta para avaliar a possibilidade de contaminação pelo arenavírus em caso de sintomas parecidos.

A médica alerta para a necessidade de procurar uma unidade de saúde tão logo os primeiros sintomas se manifestem.

“Eles são parecidos, inicialmente, com os sintomas da dengue, da febre amarela e de outras doenças graves, como a leptospirose. Todas são doenças importantes, então não há que ter hesitação: deve-se procurar atendimento médico imediato”, disse.

Embora a doença ainda seja pouco pesquisada, sabe-se que o arenavírus é transmitido pelas fezes e excreções do rato silvestre, que vive em matas, mas infesta paiois, lavouras de grãos e depósitos de cereais.

A doença difere da leptospirose, pois esta é transmitida pelas fezes e urina de rato doméstico — ratazana, rato de telhado e camundongo — e é causada por uma bactéria.

No Brasil, há histórico de quatro casos humanos de febre hemorrágica brasileira causada pelo mesmo vírus, o último deles detectado em 1999, em um paciente de 32 anos, residente em Espírito Santo do Pinhal, no interior paulista. O homem, morador da zona rural e operador de máquinas de café, ficou internado sete dias e acabou morrendo.

Fonte R7

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Jovem de 22 anos morre afogado em prainha da região

Um jovem de 22 anos morreu afogado na tarde deste domingo (19) na prainha do Parque das Águas Claras em Santa Fé do Sul. Reinaldo Coelho de Palmeira D’Oeste, chegou a receber os primeiros socorros do Samu e Corpo de Bombeiros mas não resistiu.

NOTA A Secretaria Municipal de Turismo da Estância Turística de Santa Fé do Sul lamenta profundamente a perda de Reinaldo Pereira Coelho, 22 anos, de Palmeira D’Oeste, que se afogou nesta tarde de domingo no Parque das Águas Claras. O Samu e o Corpo de Bombeiros foram acionados e fizeram os primeiros atendimentos, mas infelizmente Reinaldo não sobreviveu. Sua morte foi confirmada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA). A família da vítima está sendo acompanhada pelo secretário Alex Sandro da Silva.

Fonte: Correio Santa Fé

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