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Coronavírus

Pediatra alerta sobre uso de máscaras em crianças

Pediatra alerta sobre uso de máscaras em crianças

Dr. Antonio Seba Junior orienta quais faixas etárias devem utilizar o equipamento de proteção individual.

Desde início da pandemia, o Ministério da Saúde recomenda que a população use máscaras para conter a COVID-19, doença provocada pelo novo Coronavírus. E isso vale para as crianças também. Os equipamentos de proteção individual são úteis para evitar a disseminação do vírus.

O médico pediatra da Santa Casa de Votuporanga, Dr. Antonio Seba Junior, deu orientações para este público. “O uso de máscara com distanciamento social é extremamente importante. Notamos que, infelizmente, parcela grande da população, principalmente crianças maiores, está nas ruas sem o equipamento”, disse.

Quando usar máscaras?

Primeiro, vale ressaltar que o ideal é que os filhos fiquem em casa. Dentro do domicílio, não é necessário usar máscaras. Menores até dois anos não há recomendação, uma vez que há risco de sufocamento.

Faixa etária de 2 a 6 anos

Fora da residência, é importante o uso sob a supervisão dos pais. Idas ao médico, ao supermercado e outros locais com circulação de pessoas valem o acessório, com a ressalva de que ele deve ser utilizado com bastante cuidado. O ideal é que sejam de algodão, tecido que irrita menos a pele, tenham duas camadas de pano e sejam presos por elásticos atrás da orelha. Diversos tutoriais online ensinam a produção mesmo sem máquina de costura.

Maiores de 6 anos: SEMPRE

Para esta faixa etária, as máscaras são obrigatórias. Para que sejam eficientes, é preciso que elas cubram totalmente nariz e boca, sem deixar espaços nas laterais. O Dr. Seba pediu atenção para evitar tocar no acessório. É preciso lavar as mãos com água e sabão por 20 segundos ou passar álcool em gel antes e depois de encostar no equipamento, e sempre retirar pelos elásticos. Se precisar mexer no tecido, coloque o dedo na parte interna, onde o risco de contaminação é menor, e nunca na frente da máscara.

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Coronavírus

“Laive” Julina arrecada 3 toneladas de alimentos

Amigos de Floreal fizeram o evento em prol da Santa Casa, com muita solidariedade e união

 

Talento, gratidão, amor ao próximo. Assim, uma dupla de Floreal uniu habilidades e a solidariedade em prol da Santa Casa de Votuporanga. Giorge Alef de Grande Marin aproveitou a folga na agenda para fazer o bem, beneficiando milhares de pacientes do Hospital.

Giorge convocou seu parceiro, Ronald Miranda (Ronald Viola), e os amigos Udenilson Barbosa (UB Comunicação), DJ João Pedro Ribeiro, o arquiteto Denner Messias Liosse e Charles Marques (NET BR) para realizar a “Laive” Julina. A apresentação foi no último dia 19 de julho, com 3h30 de duração, com objetivo de arrecadar doações para a Instituição.

Giorge Alef e Ronald Viola animaram toda esta tarde. Os internautas podiam destinar mantimentos para a Santa Casa no decorrer da apresentação. Além disso, houve leilão de uma tábua de carne com uma faca de churrasco. As peças foram arrematadas por R$1.650 e o dinheiro revertido em alimentos para a Santa Casa.

O grupo foi entregar as contribuições para o Hospital nesta semana. Foram destinados para o Serviço de Nutrição e Dietética: 2.852 litros de leite, 120 quilos de arroz, além de oito cestas básicas.

Os organizadores falaram da iniciativa. “Estamos iniciando a carreira juntos, mas sempre ajudamos o próximo. Com essa pandemia perdemos muitos eventos, shows, mas quisemos levar entretenimento e solidariedade para quem precisa. Pensei neste formato de atração e prontamente meus amigos me apoiaram. Em Floreal, não temos instituição de saúde, então os pacientes são encaminhados para Votuporanga”, contou Giorge.

Ele falou de sua relação com o Hospital. “Sofri um acidente de carro em 2018 e precisei da assistência da Santa Casa. Agradeço demais todo atendimento. Meu avô também necessitou de vocês, após um AVC. Poder colaborar com a causa é muito gratificante, ainda mais porque sou testemunha do excelente trabalho”, complementou.

O provedor do Hospital, Luiz Fernando Góes Liévana, agradeceu a iniciativa. “Esta apresentação foi resultado de muita união e talento. Giorge e Ronald, juntamente com os amigos, fizeram acontecer e o resultado foi excelente. Três toneladas de alimentos que irão nos ajudar no fornecimento de 1.700 refeições diárias. Nosso muito obrigado, pela ideia e projeto. A Santa Casa é feita de pessoas solidárias como vocês, que salvam vidas!”, finalizou.

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Coronavírus

Álcool em gel: pediatra do SanSaúde alerta sobre riscos de acidentes

Dra. Regina Celi Esteves Gomes deu dicas para os pais e reforçou a necessidade dos pequenos permanecerem em casa

O álcool em gel entrou de vez na rotina das famílias, principalmente no combate ao Coronavírus (COVID-19). É raro o produto não ser encontrado em bolsas, carros, empresas, supermercados e na maioria dos lares em todo o mundo. Mas a combinação: isolamento social e crianças em casa pode ser um problema!

A médica pediatra do SanSaúde, Dra. Regina Celi Esteves Gomes, deu dicas para os pais. “Em tempos de pandemia, o álcool em gel é um grande aliado, porém aumenta bastante o risco de acidente nos pequenos, que podem ir desde uma dermatite até uma intoxicação alimentar. Quando ocorre uma ingestão, mesmo em pequena quantidade, pode causar sintomas como sonolência, alteração na fala e no comportamento, tonturas e respiração lenta”, disse.

Ela alertou também sobre o produto ter contato com os olhos. “Provoca hiperemia e irritação mucosa ocular”, afirmou.

Queimaduras

Queimaduras graves também podem ocorrer. “As chamas são transparentes, fazendo com que muitas vezes não se perceba que está atingindo o corpo. Em casos de acidentes, deve-se procurar ajuda médica imediatamente”, complementou. O SanSaúde disponibiliza médicos pediatras de segunda a sexta-feira na sede do plano. Os agendamentos devem ser realizados pelo telefone 3426-3000.

Prefira água e sabão

Dra. Regina orientou que os pais prefiram higienizar as mãos das crianças com água e sabão. “É a forma mais recomendada. O álcool em gel deve ser utilizado somente em situações em que a lavagem das mãos não seja possível e sempre com a supervisão de um adulto. Mas atenção: o produto não deve ser usado em menores de dois anos, devido a pele sensível”, frisou.

Em casa

A pediatra reforçou o pedido para que os pequenos permaneçam em casa. “Devem sair somente para vacinas, consultas de puericultura ou se estiverem necessitando de atendimento médico. Em todos os casos, o uso da máscara é obrigatório, exceto para menores de dois anos”, contou.

Ela ressaltou que as crianças devem evitar as visitas aos avós, pelo risco de infectá-los, pois fazem parte do grupo de risco. “Higiene de mãos e distanciamento social ainda são as melhores maneiras de se prevenir do contágio do COVID-19”, finalizou.

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Coronavírus

Santa Casa de Votuporanga amplia Unidade de Diálise

Mais um salão com 16 pontos de terapia renal, além de novo tratamento de água e depósito

Acolher, assistir, gerir e desenvolver com o melhor de todos nós. Essa é a missão da Santa Casa de Votuporanga. Em tempos de Pandemia do Coronavírus (COVID-19), a Instituição batalha diariamente para a manutenção de seus atendimentos com qualidade e humanização, prezando sempre o paciente.

A Unidade de Diálise acabou de ampliar sua estrutura pensando em oferecer uma assistência ainda maior. Assim, sendo possível aumentar o número de pacientes atendidos, inclusive com um salão específico para o tratamento renal de pessoas com suspeita e/ou confirmados com Coronavírus.

A força-tarefa foi possível graças ao empenho da equipe do próprio Hospital, que reuniu colaboradores de Obras e Manutenção para trabalhar e entregar toda a estrutura. O projeto utilizou uma área já existente para expandir outras duas.

A reestruturação da planta permitiu um novo salão específico para pacientes com suspeita e/ou confirmados com COVID-19, além de novo tratamento de água e depósito.

Agora, no total, são 45 pacientes em terapia renal por turno, com ampliação de mais 16 pontos. Os equipamentos foram adquiridos por meio de emendas parlamentares dos deputados Floriano Pesaro (valor de R$495 mil) e de José Mentor (R$150 mil). Além disso, o Instituto do Rim também investiu R$1 milhão em aparelhos.

Este novo salão funciona de segunda a sábado, das 6 às 18h. Foram contratados duas enfermeiras e seis técnicos para ajudar na demanda. “Nossas sessões de diálises são compostas por dezenas de assistidos, a maioria com outras comorbidades associadas à saúde, tido como fatores de risco. Este salão veio em um excelente momento, isolando os pacientes com suspeita e positivos dos demais”, explicou a médica nefrologista, responsável pela Unidade, Dra. Aparecida Paula Gondim Visoná.

Novo tratamento de água

Para pacientes de terapia renal, o tratamento de água é primordial. A manutenção da qualidade da água usada nos tratamentos de hemodiálise é fundamental para a segurança do paciente, uma vez que alguns compostos, como alumínio e flúor, além de toxinas geradas por bactérias (as endotoxinas), se presentes na água, podem debilitar o estado de saúde do assistido.

Por isso, a Santa Casa investiu nesta área tão importante. O Hospital conta com um sistema de tratamento e purificação da água, adquirindo equipamentos modernos que custaram R$446 mil.

O provedor da Santa Casa, Luiz Fernando Góes Liévana, agradeceu os deputados que destinaram as emendas, que possibilitaram a reforma e aquisição de equipamentos. “Floriano Pesaro é um grande parceiro do Hospital. Ele faz questão de saber de nossas necessidades, sempre atento às nossas demandas até mesmo após seu mandato como parlamentar. Quero estender minha gratidão e reconhecimento ao trabalho de José Mentor, deputado que apoiou nossas causas, sempre esteve presente. Sentimos a perda de um grande homem, que fará muita falta”, afirmou.

Ele ressaltou a importância da Unidade de Diálise. “É a nossa referência. O acolhimento é diferenciado, pensando nos pacientes inclusive de outras cidades e que ficam tempo maior na Instituição. Com a  Pandemia que estamos enfrentando, é importante conseguir oferecer mais segurança aos pacientes da Diálise.”, disse.

Sobre a Unidade
O setor iniciou suas atividades no dia 8 de agosto de 1990. A responsável técnica, Dra. Aparecida Paula Gondin Visoná, supervisionava o atendimento de 13 pessoas, em apenas três máquinas de hemodiálise.

Atualmente, são 244 pessoas em tratamento de Hemodiálise (realizada três vezes na semana no Hospital) e 22 em Diálise Peritoneal (feita diariamente na casa do paciente). São assistidas as cidades: Américo de Campos; Álvares Florence; Cardoso;  Cosmorama; Floreal; Gastão Vidigal; General Salgado; Macaubal; Magda; Monções; Nhandeara; Parisi; Pontes Gestal;  Riolândia; Sebastianópolis do Sul; Valentim Gentil e Votuporanga.

Os assistidos recebem atendimento médico, suporte assistencial, além de orientação nutricional e acompanhamento psicológico. O setor conta com equipe multidisciplinar especializada que é composta por nefrologistas, enfermagem, psicóloga, assistente administrativa, recepcionistas, nutrição e higiene/conservação. Dra. Aparecida Paula G. Visoná, Dra. Neide Oyama Tocio, Dra. Regina Silvia Chaves de Lima, Dr. Arthur Eduardo R. Sanches e Dra. Natalia Acquaroni Gondin, Dra. Thais Prado do Amaral Voltarelli são os profissionais médicos.

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