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Coronavírus

Microempreendedor doa 60 protetores faciais e cinco medidores de pressão

Aristides Gallani Júnior precisou de atendimento e, como gratidão, colaborou com a Santa Casa

“Quando você conseguir superar problemas graves não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais essa prova em sua vida. Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na bênção de Deus que permitiu a cura. Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas dificuldades. Elas serão uma prova de sua capacidade e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo”. Essa frase maravilhosa do saudoso Chico Xavier representa muito bem o microempreendedor Aristides Gallani Júnior.
Aristides é uma pessoa solidária, que tem como missão ajudar o próximo. Em abril, ele confeccionou 50 protetores faciais para a Santa Casa de Votuporanga, a fim de proteger os colaboradores no combate do Coronavírus (COVID-19).
Recentemente, Aristides esteve no Hospital. Mas, desta vez, porque necessitou de assistência. Ele foi diagnosticado com COVID-19, precisando de internação. Foram cinco dias de muita batalha e de aprendizado. “Acredito que foi uma experiência que eu tive de passar para compreender melhor o trabalho dos médicos e colaboradores da Santa Casa”, contou.
Júnior destacou a organização e metodologia da Instituição no tratamento da doença. “Tudo tem um controle rígido, atendendo a normas de segurança visando preservar médicos, colaboradores e pacientes. O avental utilizado era trocado em cada visita do quarto, até mesmo o aparelho de pressão não era compartilhado. Isso demonstra cuidado e prevenção”, disse.
O microempreendedor também ressaltou a atuação dos profissionais na linha de frente.  “Eu vivenciei a dedicação, empenho e carinho de todos os envolvidos nesta luta. Testemunhei várias histórias e, quando sai, me comprometi a confeccionar os protetores faciais porque entendo que este atendimento não pode parar”, complementou.
Diretamente da sua casa, ele produziu 60 unidades para Hospital. “Quando fiz os primeiros para a Instituição, utilizei uma versão da República Tcheca. Vi que saiu um modelo maior, com detalhes nas laterais. Analisei o projeto, as medidas e fabriquei”, afirmou.
Nesta semana, Júnior fez a entrega dos 60 equipamentos de proteção individual juntamente com cinco medidores de pressão com estetoscópio. A contribuição também foi para Unidade de Pronto Atendimento (UPA), com 15 protetores faciais.
O provedor da Santa Casa, Luiz Fernando Góes Liévana, agradeceu o empresário. “No início da pandemia, Júnior fez uma importante doação para o Hospital. O protetor facial, feito em policarbonato e acetato, aumenta a segurança e o prazo de validade das máscaras utilizadas normalmente por médicos e enfermeiros. Ele isola ainda mais o rosto dos profissionais no contato com os pacientes. Desta vez, sua colaboração nos enche ainda mais de motivação. Como paciente, ele vivenciou nossa rotina e necessidades, agradecemos imensamente por esse gesto tão nobre”, finalizou.

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Coronavírus

Santa Casa comemora: mais de 500 altas de COVID-19

Valdir Antonio da Silva, 52 anos; Silmara Regina de Souza Caetano, 47 anos, e Rafael Pereira da Silva, de 53 anos, retornam para casa

A terça-feira (15/9) ficará marcada para a Santa Casa de Votuporanga. Hospital de referência para tratamento do novo Coronavírus em 17 cidades, a Instituição ultrapassou a marca de 500 altas para os pacientes que tiveram COVID-19.

Após 12 dias de internação, Valdir Antonio da Silva, 52 anos, superou as complicações causadas pela doença e pode ir para casa em Valentim Gentil. Ele comemora com muita fé sua recuperação. “Só tenho a agradecer a toda equipe da Santa Casa, pois fui muito bem tratado, sempre com muito carinho e atenção. Agradeço cada um de coração, só Deus para pagar todos pelo apoio moral e profissionalismo dos médicos, enfermeiros e demais colaboradores”, contou.

Além de Valdir, Silmara Regina de Souza Caetano, 47 anos, e Rafael Pereira da Silva, de 53 anos, também voltaram para sua convivência com os familiares, em Votuporanga, após tratamento de COVID-19.

Para o provedor da Instituição, Luiz Fernando Góes Liévana, a recuperação de tantos pacientes é uma vitória. “Eles encontraram um socorro e foram acolhidos com toda segurança e cuidado. Receberam atendimento humanizado, com nossos profissionais sempre dispostos a levar uma palavra de conforto e esperança”, destacou.

Ele parabenizou todo o empenho dos que atuam na linha de frente. “É uma equipe que trabalha diariamente com portadores desta patologia nova, a COVID -19, muitos em casos graves. Portanto, cada alta hospitalar é uma vitória, e ultrapassar a 500ª se torna hoje um grande marco para todos nós, pois demonstra que vale à pena”, ressaltou.

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Coronavírus

COVID-19: Pediatra do SanSaúde alerta sobre cuidados com recém-nascidos

Dra. Monize Andrea Cavassani Nunes, enumerou as principais recomendações, especialmente na amamentação

Quando um bebê nasce, a alegria e emoção tomam conta da família. Todos se mobilizam para conhecer e ter contato com o novo integrante. Mas atenção: em tempos de pandemia do novo Coronavírus (COVID-19), a conscientização deve ser ainda maior em relação aos cuidados pessoais.

A pediatra do SanSaúde, Dra. Monize Andrea Cavassani Nunes, enumerou as principais recomendações. “Primordialmente, é preciso fazer restrições de visita com uso de máscara (cobrindo nariz e boca) e evitar lugares cheios, aglomerados ou fechados”, destacou.

A médica orientou ainda não compartilhar objetos de uso pessoal do bebê e higienizar os utensílios que tiveram contato com o neném, se usar fórmula infantil, já que o vírus pode sobreviver horas ou até dias em plásticos (bico de mamadeira) e metais (latas de leite).

Dra. Monize pediu atenção quanto à lavagem de mãos. “É uma medida fundamental para o cuidador e para o recém-nascido, que adora colocar a mão na boca. Preferencialmente, oriento usar água e sabão por 20 segundos, no mínimo, ou álcool gel 70%”, ressaltou.

Amamentação

Os cuidados devem acontecer, inclusive, na amamentação. A orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria é que se mantenha o aleitamento materno usando máscara e com as mãos bem higienizadas com água e sabão ou álcool em gel 70%.

A médica frisou que a amamentação pode ajudar na transmissão de anticorpos. “No caso da mãe não se sentir à vontade por medo ou insegurança, pode optar por tirar o leite e outra pessoa oferecer em um copinho ou colher dosadora. Mas os benefícios do aleitamento superam qualquer risco de contrair a infecção”, enfatizou.

Mãe positivou com COVID-19 e agora?

Quando isso acontecer, deve manter o recém-nascido junto à mãe em regime de alojamento conjunto. “O quarto deve ser privativo, com precaução de contato e gotículas, procurando manter distanciamento mínimo de 1 metro e, de preferencialmente, 2 metros entre o leite materno e o bebê”, explicou.

A pediatria ressaltou que é fundamental o uso de máscara e higienização das mãos com água e sabão e/ou álcool gel antes e após os cuidados com o filho. “Durante a amamentação, deverá usar máscara cirúrgica e ter feito a lavagem das mãos. O equipamento de proteção individual deve ser trocado imediatamente após tosse ou a cada mamada”, disse.

Na troca de fraldas, ela orientou a utilização de luvas pelo risco de eliminação de vírus nas fezes do recém-nascido.

O risco da doença é maior para crianças?

Muitas mães possuem dúvidas quanto ao risco de Coronavírus para os bebês. “Existe uma baixa incidência de casos de COVID-19, pois muitos são assintomáticos ou apresentam poucos sintomas e a infecção passa despercebida e não notificada”, disse.

Carteira de vacinação

Neste momento de pandemia de Coronavírus, o ideal é manter a carteirinha em dia. “É recomendado agendar o horário de vacinas, serviços de drive thru ou solicitar o profissional capacitado que irá realizar a imunização em domicílio”, finalizou.

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Coronavírus

Tabagismo e Coronavírus: uma combinação perigosa

Pneumologista do SanSaúde, Dra. Amanda Tosta Vieira, explicou os riscos da doença para este público

 
Que o tabagismo faz mal à saúde, todo mundo sabe. O que muitos desconheciam é que os fumantes são mais propensos a desenvolver a COVID-19 na forma grave, em comparação com os demais.

O vício não só favorece o agravamento da infecção como a própria transmissão do vírus. “Uma revisão de estudos por especialistas em saúde pública convocada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que os fumantes são mais suscetíveis por conta de muitos fatores, como as alterações estruturais na mucosa dos brônquios e de inflamação local. Também ocorre diminuição da produção de anticorpos e de células imunológicas de defesa. Além desses mecanismos, a doença pode ser facilitada pelo ato de levar o cigarro até a boca, envolvendo movimentos repetidos de mão ao rosto”, explicou a pneumologista do SanSaúde, Dra. Amanda Tosta Vieira.

Dra. Amanda alertou que, no uso do narguilé, é comum o compartilhamento das piteiras, expondo os usuários ao risco de contaminação e transmissão de várias patologias infectocontagiosas, entre elas, a COVID-19. “Da mesma forma acontece com o dispositivo eletrônico que é utilizado por mais de uma pessoa.  Porém é importante lembrar que, ao levar as mãos não higienizadas à boca, com qualquer forma de tabaco, também aumenta o risco de contágio”, afirmou.

Riscos

O tabagismo está associado a desfechos desfavoráveis em COVID-19. “Os fumantes são mais vulneráveis a vírus respiratórios, sendo maior o risco de infecção e quadros clínicos mais graves. Assim, apresentam um risco maior de hospitalização e de admissão em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), além de maior mortalidade”, ressaltou.

Melhor prevenção: abandonar o vício!

Tudo isso reforça a necessidade de ampliarmos a conscientização para este público. “Os benefícios são muitos. Além da economia financeira e prevenção de mais de 60 tipos de doenças, depois de 20 minutos sem fumar, a frequência cardíaca e a pressão arterial já diminuem. Após 12 horas, o nível de monóxido de carbono no sangue se normaliza. Em dois dias, tanto o paladar quanto olfato melhoram. E entre duas a 12 semanas, há aumento da função pulmonar”, frisou.

Quer uma ajudinha?

As terapias de reposição de nicotina, como goma de mascar e adesivos, são ótimos aliados para ajudar a parar de fumar. “Consulte um especialista para indicar o melhor tratamento individualizado”, concluiu.

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