Grupo Cúmplices entrega flores na Santa Casa

Nas vésperas do Dia dos Pais, pacientes foram presenteados com botões de rosas, sorrisos e palavras de conforto

Às vésperas do Dia dos Pais, os passos se ouvem no corredor da Santa Casa de Votuporanga. Nas mãos, flores. No rosto, sorrisos e olhares acolhedores. A cada batida na porta, os pacientes reconhecem o grupo: trata-se dos Cúmplices, que mensalmente levam amor para os leitos do Hospital.

Uniformizados, a frase nas costas representa a missão: que a gente saiba florir onde a vida nos plantar. Neste sábado (11/8), os integrantes “floriram” para os pais internados, entregando botões de rosas nas alas principalmente do Sistema Único de Saúde (SUS).

Feliz de quem recebe, mais alegre quem doa.  Renata Amorim falou da satisfação do grupo em realizar este trabalho. “Somos voluntários porque acreditamos que podemos ajudar o próximo. Visitar a Instituição em datas comemorativas faz parte de nossa vontade de transformar o ambiente e levar palavras de conforto, abrigo para quem está no Hospital. Iniciamos a atuação na Páscoa e, diante de todo nosso envolvimento e ver a felicidade dos pacientes, nos programamos para ser uma atividade mensal”, disse.

Páscoa, Natal e datas comemorativas. “Entregamos chocolates, panetones, flores sempre pensando em homenagear os pacientes, para que se sintam no clima das celebrações mesmo internados na Santa Casa”, destacou.

Além das visitas no Hospital, o grupo oferece café da manhã às quintas-feiras no Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Votuporanga. “O projeto teve início com esta distribuição. Nos sensibilizamos ao ver pessoas de diferentes cidades da região chegando na unidade às 5h esperando atendimento e decidimos fazer algo por eles”, complementou.

O provedor Luiz Fernando Góes Liévana agradeceu o grupo. “Nossos pacientes esperam pelas visitas, que são sempre positivas, alto astral e com música. Cúmplices levam alegria, amor aos nossos leitos, humanizando ainda mais nossos atendimentos. Os voluntários não doam somente o seu tempo e sua generosidade, mas respondem a um impulso humano fundamental: a vontade de colaborar, de ajudar, de dividir alegrias, aliviar sofrimentos e de melhorar a qualidade da vida em comum”, finalizou.

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