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Fundação Educacional de Votuporanga comemora 53 anos com extensa programação

Instituição, criada em 1966, orgulha-se em administrar, hoje, a UNIFEV, o Colégio Unifev, o Sistema de Ensino Unifev e a Rádio e TV Unifev

Nesta terça-feira (dia 30 de abril), a Fundação Educacional de Votuporanga (FEV) celebra 53 anos de história. Mantenedora da UNIFEV – Centro Universitário de Votuporanga, do Colégio Unifev, do Sistema de Ensino Unifev (SEU) e da Rádio e TV Unifev, a Instituição tem orgulho de ser referência em Educação e contribuir positivamente para o desenvolvimento cultural, econômico e social do município.

A sua principal mantida, a UNIFEV, é considerada uma das mais modernas e bem equipadas Instituições de Ensino Superior (IES) do País. São 40 mil m² de área construída, divididos em dois campi (Centro e Cidade Universitária), e mais de 60 ofertas de cursos de graduação e pós-graduação, centenas de atividades de extensão presenciais e online, além de diversos outros serviços prestados, gratuitamente, à comunidade.

Hoje, com foco no futuro educacional e nas constantes transformações do mercado, a FEV/UNIFEV é responsável por movimentar, significativamente, setores importantes da economia local, como alimentação, vestuário, transporte e imobiliário. Todo esse crescimento permitiu que, ao longo dos anos, profissionais e estudantes, vindos de diferentes regiões do Brasil, conhecessem Votuporanga e, nela, construíssem um lar.

Para o Diretor-Presidente da FEV, Celso Penha Vasconcelos, a tradição da Instituição, somada aos excelentes índices educacionais conquistados e aos inúmeros serviços prestados ao município, comprovam que ela foi e continua sendo parte do alicerce de Votuporanga e região.

“Atualmente, a maioria dos profissionais que trabalha no município, em instituições importantes, como a Santa Casa e a Prefeitura, é formada pelo Centro Universitário de Votuporanga. A própria UNIFEV emprega mais de 500 pessoas do município e de cidades vizinhas. Isso confirma a relevância da Instituição, considerada referência educacional em todo o País”, finalizou.

COMEMORAÇÕES

Em celebração à data, a Instituição programou uma série de atividades destinada a alguns dos personagens principais desta história: gestores, coordenadores, professores, colaboradores e representantes da comunidade local.

Nesta terça-feira (dia 30), a equipe de docentes e funcionários da FEV participará de um evento comemorativo no Centro de Convenções Jornalista Nelson Camargo. Entre o cronograma previsto para a noite está a palestra com o profissional José Meciano Filho (Nino Paixão), doutor pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

No próximo dia 02 de maio (quinta-feira), as comemorações continuam na Cidade Universitária. A programação abrange a realização de um jogo amistoso e a inauguração oficial da 2ª etapa do Complexo Poliesportivo, o que inclui a entrega das obras da pista de atletismo e do campo de futebol.


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Governo lança a Semana do Brasil, a ‘Black Friday da Independência’

Iniciativa tenta estimular o consumo entre 6 a 15 de setembro; empresários entram com as promoções e União se compromete a divulgá-las

O governo federal anunciou para a primeira quinzena do mês que vem a Semana do Brasil, um período comemorativo de estímulo ao consumo e de patriotismo nos dias próximos a 7 de setembro, data do aniversário da Independência do país.

Na quarta-feira (14), representantes de mais de 100 associações comerciais, segundo contagem do Ministério do Turismo, encontraram-se em São Paulo com integrantes da União e empresas nacionais para definir os detalhes da “Black Friday brasileira”, como vem sendo chamada.

Não há muitas informações sobre o que vai ocorrer nesse período, mas os dias foram definidos entre 6 e 15 de setembro (sim, é mais que uma semana). A Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) não soube dizer quantas e quais empresas participarão, mas é certo que o governo corre atrás de adesões a pouco mais de 20 dias para a estreia da iniciativa, que tem a intenção de entrar para o calendário fixo de eventos nacionais.

Na página da secretaria há um link para os empresários que quiserem participar. Lá, eles informam o que farão na Semana do Brasil, digitam seus dados e já podem ter acesso ao download do Selo, ao manual de identidade visual e aos materiais de divulgação.

Segundo a secretaria, a ideia da campanha, “que une o poder público e a iniciativa privada para movimentar nossa economia”, surgiu após o governo identificar “um vazio de ações promocionais em setembro”. 

Para atrair as empresas, a secretaria explica que o governo entra com o apoio e a divulgação da semana, sem qualquer incentivo extra, e cabe à iniciativa privada atrair os consumidores “com promoções especiais, descontos exclusivos, produtos e serviços temáticos, ambientação de espaços físicos e virtuais e muito mais”.

A verdadeira Black Friday, que já ocorre no país no fim dos meses de novembro desde 2010, conta com divulgação prévia e um portal, no qual aparecem as principais ofertas aos consumidores. 

A Semana do Brasil tem o apoio do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), com sede na capital paulista. Entre seus diretores e conselheiros a entidade conta com empresários que já se posicionaram a favor do governo de Jair Bolsonaro, como Flávio Rocha (do grupo Riachuelo), Luciano Hang (da lojas Havan), Sebastião Bomfim (da Centauro) e João Apolinário (da rede Polishop). 

No release do Ministério do Turismo promete-se promoções em diárias de hoteis, passagens aéreas, pacotes de viagens e restaurantes. Também são citadas três iniciativas concretas: “A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios), por exemplo, fará um selo comemorativo à Semana do Brasil; a Nike, uma camiseta oficial com a marca da campanha; e o Sebrae/SP, ações voltadas a todas micro e pequenas empresas do estado e de outras regiões do país”.

Procurados, os Correios, a Nike e o Sebrae-SP não responderam ao pedido do R7 de mais detalhes das ações até a publicação desta reportagem. Apenas os Correios confirmaram participação. O IDV também ficou de enviar mais informações sobre a Semana do Brasil, mas, até o fim da noite de quinta-feira (15), não entrou em contato com a redação.

Por: Marcos Rogério Lopes, do R7

 

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Polícia Rodoviária determina retirada imediata de radares móveis

Medida atende ordem do presidente da República, Jair Bolsonaro, publicada nesta quinta-feira (15) no Diário Oficial da União

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) divulgou um ofício nesta quinta-feira (15) determinando o cumprimento imediato da suspensão da fiscalização por radares móveis em estradas federais

A medida atende a ordem do presidente Jair Bolsonaro e é válida somente para radares estáticos, móveis e portáteis e não vale para radares fixos. 

Segundo o governo, o uso dos radares móveis passará por reavaliação e não há prazo para que eles voltem a ser usados na fiscalização da velocidade em estradas do país.

A decisão foi publicada no DOU (Diário Oficial da União) nesta quinta-feira (15), mas não havia especificação da data em que começaria a valer. Bolsonaro chegou a dizer que seria somente a partir da próxima segunda-feira (19).

Veja a nota da Polícia Rodoviária Federal na íntegra.

Em cumprimento aos despachos do senhor Presidente da República, publicados no Diário Oficial da União de 15 de agosto de 2019, Seção 1, página 5, a direção-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) expediu decisão administrativa na qual determina a todos os gestores e servidores da PRF que adotem as providências necessárias para o imediato cumprimento da decisão Presidencial, devendo ser sobrestado o uso e recolhidos os equipamentos medidores de velocidade estáticos, móveis e portáteis até que o Ministério da Infraestrutura conclua a reavaliação da regulamentação dos procedimentos de fiscalização eletrônica de velocidade em vias públicas.

A decisão também determina que sejam revogados os atos administrativos internos que dispõem sobre a atividade de fiscalização eletrônica de velocidade em rodovias e estradas federais bem como que sejam adotadas as providências para a proposição de nova regulamentação, em paralelo e aderente à futura regulamentação do tema pelo Ministério da Infraestrutura, nos termos determinados pelos Despachos do Senhor Presidente da República.

Ainda, foi determinado que sejam priorizadas as medidas de revisão dos normativos internos que dispõem sobre a atividade de fiscalização de trânsito pela PRF, para apreciação da conveniência e oportunidade da modernização dos seus dispositivos, primando pela simplificação, desburocratização e consolidação por temática, contemplando instrumentos aptos a fomentar o caráter pedagógico e a otimizar a eficiência das ações para incremento da segurança viária.

Fonte: R7

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Um em cada quatro desempregados procura vaga há dois anos, diz IBGE

Pesquisa mostra que 3,347 mi de pessoas estão nesta situação no segundo trimestre de 2019. Problema atingia 1,435 mi de brasileiros em 2015

Um em cada quatro desempregados procura uma vaga de trabalho há pelo menos dois anos. É o que diz a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua Trimestral, divulgada nesta quinta-feira (15) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 

A pesquisa considera os meses de abril, maio e junho deste ano.

São 3,347 milhões de pessoas nesta condição. Segundo o IBGE, mais 196 mil pessoas entram para a estatística no período.

Em 2015, 1,435 milhões de brasileiros procuravam emprego há pelo menos dois anos, indicador que mostra a tendência de crescimento do número em função da dificuldade da inserção no mercado de trabalho a partir do início da crise econômica no final de 2014.

O elevado tempo de procura de emprego é um dos fatores que influencia o crescimento do número de desalentados, ou seja, pessoas que desistiram de procurar uma vaga no mercado de trabalho. 

A pesquisa mostra que, no segundo trimestre, o país tinha 4,9 milhões de desalentados, sendo que a maior parte deles está na Bahia (766 mil pessoas) e no Maranhão (588 mil pessoas).

Além do desalento, o grande tempo de procura por um emprego com carteira assinada impulsiona a informalidade, já que as pessoas optam por esta forma de trabalho enquanto não encontram uma oportunidade formal.

 Hoje, o país tem 19,4 milhões de trabalhadores por conta própria sem CNPJ, 11,5 milhões de empregados sem carteira assinada e 873 mil de empregadores sem CNPJ.

A taxa de desocupação no país ficou em 12% no segundo trimestre do ano, atingindo 12,8 milhões de brasileiros. O valor é menor do que o registrado no primeiro treimestre do ano (12,7%) e no segundo trimestre de 2018 (12,4%).

Desemprego por Estados

A pesquisa mostra que a taxa de desemprego recuou em 10 das 27 unidades da federação e se manteve estável nas outras, em comparação com o primeiro trimestre do ano. 

As maiores taxas de desocupação foram observadas na Bahia (17,3%), Amapá (16,9%) e Pernambuco (16%) e as menores em Santa Catarina (6%), Rondônia (6,7%) e Rio Grande do Sul (8,2%).

A taxa de desocupação do país no segundo trimestre foi de 12%, ficando abaixo do registrado no primeiro trimestre (12,7%) e do mesmo trimestre de 2018 (12,4%).

Fonte: Giuliana Saringer, do R7

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