Filhote de cachorro flagrado com óculos de sol em garupa de moto pelas ruas de Rio Preto viraliza nas redes sociais | Folha Regional
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Filhote de cachorro flagrado com óculos de sol em garupa de moto pelas ruas de Rio Preto viraliza nas redes sociais

 
Foto: Divulgação/Soraya Pequito

Fonte: G1

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Esquilo resgatado em furacão só dorme com urso de pelúcia e viraliza

Pequena Jill sobreviveu à passagem do Isaac, em 2012, e acabou se tornando uma celebridade no Instagram; conheça o bichinho

Se você está tendo um dia ruim, esta galeria tem tudo para mudar isso. Conheça a pequena Jill, um esquilo-fêmea que foi resgatado de uma área afetada pelo furacão Isaac, que atingiu o estado de Louisiana, nos Estados Unidos, em 2012, e que, hoje, derrete corações de internautas por todo o mundo. O motivo? O bichinho, além de muito fofo, só consegue dormir com um ursinho de pelúcia.

Jill tem sete anos e, desde que foi salva, virou uma celebridade nas redes sociais. Só no Instagram, ela soma mais de 648 mil seguidores e conquista milhares de curtidas a cada foto postada.

Mas as imagens em que ela aparece com o tal ursinho são, sem dúvidas, as que fazem mais sucesso.

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E não é difícil de entender o porquê, não é mesmo?

Mas, além da relação entre esquilo e ursinho, Jill dá muitos outros motivos para ser um fenômeno nas redes sociais. E o estilo é um deles.

Como não se apaixonar por esse bichinho?

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Fonte: R7

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Cachorro gentil de Votuporanga reúne objetos e presenteia a família todos os dias

De folha seca a vassoura! O pequeno Aladim, de Votuporanga (SP), espera a tutora chegar em casa para entregar os “brinquedos”

Todo cachorro faz festa quando a família chega em casa. Uns correm, outros pulam, alguns até fazem xixi de tanta alegria. Já o Aladim, de Votuporanga, em São Paulo, presenteia a tutora com objetos que encontra ao longo do dia pela casa. Tem espuma, garrafa e até folha seca. 

A funcionária pública Natália de Souza adotou o vira-lata e mais um irmão quando ainda eram filhotes. 

“Ele é meu grude, muito medroso, não confia em qualquer um”.

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Aos 3 anos, Aladim adora fazer farra e passa o dia procurando “itens divertidos”. É só a família chegar do trabalho que o cãozinho traz alguma novidade.

“Tudo vira brinquedo pra ele, vai desde uma folha seca de árvore até a bolinha. Aí ele leva pra mim como um presente, quer mostrar”.

Natália achou graça e passou a registrar a rotina do animal. “Achei bonitinho, mas tomo cuidado com as embalagens. Sempre lavo as garrafas antes dele pegar”.

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Fonte: LifeStyle.r7.com/bichos | Andrea Giusti

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Como os cães conseguem reconhecer os membros da família?

Você já se perguntou como os cães diferenciam rostos familiares e desconhecidos? Falaremos sobre este fenômeno a seguir.

Para os seres humanos, reconhecer os membros da família é uma tarefa mais ou menos simples, amplamente facilitada pelo desenvolvimento neurológico. No entanto, talvez não tenhamos parado para pensar em como outros animais, como os cães, conseguem reconhecer os membros da sua família. Neste artigo, falaremos um pouco sobre esse assunto.

O cachorro e seus sentidos

Não há dúvida de que o cão é um dos animais de estimação mais fiéis e inseparáveis. É muito provável que ele seja o primeiro a ouvi-lo chegar em casa e a recebê-lo com entusiasmo.

Todos sabem que a velocidade do reconhecimento tem a ver com o excelente olfato dos cães.

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É possível dizer que o olfato é o sentido mais desenvolvido dos cães. Um exemplo é a quantidade de receptores olfativos que eles possuem: estima-se que entre 200 e 300 milhões, um grande número se o compararmos com os cinco milhões que o ser humano possui.

O olfato dos cães, sem dúvida, é uma das suas ‘ferramentas’ mais confiáveis ​​quando se trata de reconhecer objetos ou pessoas.

Mas é claro que, além do olfato, a audição e a visão também são sentidos importantes para os cães. É precisamente por combinar o olfato e a visão que os cães conseguem reconhecer pessoas ou animais diferentes.

Como os cães conseguem reconhecer os membros da família

Com relação a esse assunto, existem vários estudos e pesquisas que afirmam que as áreas estimuladas no córtex cerebral quando um cão vê um rosto são as mesmas que as nossas. Isso implica que os cães usam a visão para discriminar rostos familiares e estranhos.

Se formos ainda mais longe, há evidências científicas de que os cães usam o reconhecimento puramente facial: isto é, eles só precisam olhar para o rosto de alguém para saber se são conhecidos ou não. Nesse sentido, também se sabe que eles têm mais dificuldade em discriminar rostos quando seus donos os cobrem.

Talvez seja nesses casos que o seu sentido avançado do olfato entra em cena.

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Além do mero reconhecimento facial, os cães também conseguem discriminar as diferentes expressões que somos capazes de fazer. O que é mais curioso: sabe-se que os cães preferem ver os rostos dos seres da sua própria espécie antes de qualquer outro.

Eles reconhecem seus parentes caninos?

Uma vez resolvido o ‘mistério’ de como os cães são capazes de nos reconhecer, a próxima pergunta é se essa habilidade é transferida para os membros de sua família canina. Para responder a essa questão, devemos nos voltar, mais uma vez, à ciência e à pesquisa.

O procedimento começou quando os filhotes foram colocados na frente de duas cadelas adultas, uma delas a mãe. Os resultados mostraram que uma alta porcentagem dos filhotes preferia se aproximar e passar mais tempo com a sua mãe biológica.

Mas e se o filhote crescer e se tornar adulto? Para testar se esse reconhecimento ainda era verdadeiro, alguns acessórios foram impregnadas com o cheiro da mãe biológica e espécimes da mesma raça e idade.

O resultado foi novamente positivo, pois os jovens – com cerca de dois anos – continuaram reconhecendo o cheiro da mãe, apesar de terem sido separados. 

O mecanismo bioquímico por trás desse fenômeno ainda não é bem conhecido, mas é, sem dúvida, mais uma prova de que os cães são capazes de reconhecer seus entes queridos.

Fonte:R7

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