Como alguns maus instintos podem atrapalhar a vida

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Um dos pensadores que mais refletiu sobre os instintos humanos foi Sigmund Freud. Sua teoria psicanalítica afirma que a parte racional e consciente da mente age como uma barreira que oculta o instinto e a mente inconsciente que está em contato com a dimensão “animal” do homem. Em outra avaliação, Freud afirma que os humanos estão guiados por duas forças: o eros (instinto de vida) e o tanatos (instinto da morte). O primeiro aposta na conversação da vida em todas os aspectos, enquanto que o segundo expressa o impulso à destruição da própria existência.

Na linguagem cotidiana, a ideia de instinto é utilizada em outros sentidos. Costuma-se dizer, por exemplo, que uma pessoa tem instinto para os negócios quando tem um dom especial ou uma intuição em relação a esta atividade. Nestes casos, a palavra instinto é aplicada de maneira figurada.

Assim como é recomendável seguir os instintos que, do nada, nos indicam o momento de estarmos em alerta, ou nos intuem para não seguirmos determinada rota, ou ainda para persistirmos na escolha que sentimos ser a melhor, é também muito importante reconhecer e evitar os maus instintos.

E aproveitando o que o presidente do FISAV disse em uma entrevista: que “tem pessoas com instinto de atrapalhar’ quando foi indagado pelas manifestações de um vereador quanto à transparência do evento 1º Fisav Rodeio Show, quero contestar, explorando o significado do que são maus instintos. 

Maus instintos são aqueles que nos atrapalham ao longo da vida, fazendo-nos adotar atitudes inconvenientes, que vão das mais simples – como adiar a tarefa para mais tarde, brigar com alguém que precisa de apoio, tratar com arrogância as pessoas – até aquelas mais complexas, que podem ser consideradas como delitos graves. Nessas, o ser humano perde suas marcas de civilização, e se comporta como um animal. São casos extremos, mas infelizmente muito usuais.

Os maus instintos trazem sempre sugestões negativas. Eles portam ódio, preguiça, inveja e muitos outros propulsores de comportamentos inconvenientes, muitas vezes difíceis de serem controlados. Eles têm origem nos bolsões de energia negativa, existentes no ambiente.

Em geral, eles brotam na mente humana, enfraquecendo-a. Aparecem quando alguém devora toda a caixa de doces, bebe tanto a ponto de perder o rumo, se arvora de ser o maior – e único – entendedor de um assunto, não se conforma com as perdas, nunca acha em si nenhum defeito que precise ser corrigido, entre outras lamentáveis experiências, que acabam por fortalecer os maus instintos, os quais conseguem até interferir no ambiente.

Nessa ocasião é que temos de ser espertos e providenciar, com a força de nosso espírito e da nossa inteligência, seu afastamento. A ordem é, primeiramente, parar tudo e recuperar a consciência do problema em questão, até perceber muito bem o envolvimento desses instintos negativos na situação problemática que, em geral, se cria de repente e sem razão anterior. Uma vez reconhecido, o mau instinto recua e foge, permitindo que a paz se instale novamente.

Aprenda a reconhecer os maus instintos e passe a dominá-los, se impondo a eles. Essa receita é preciosa para quem deseja viver em harmonia consigo e com os demais.

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