Com doença terminal, homem se despede tomando uma última cerveja com os filhos | Folha Regional
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Com doença terminal, homem se despede tomando uma última cerveja com os filhos

O último desejo de Norbert Schemm, que morreu há alguns dias no estado americano de Wisconsin, era simples, mas causou emoção quando seu neto postou a foto numa rede social: ele só queria uma última cerveja com seus filhos — e teve sua vontade realizada.

Aos 87 anos, ele sofria de câncer de cólon avançado e morreu na noite seguinte.

Na foto publicada pelo neto Adam, Norbert é visto sorrindo com uma garrafa de cerveja na mão ao lado da esposa, Joanne, e dos seus filhos, Bob, Tom e John.

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“Esse momento significou muito para o meu avô”, comentou Adam ao site do programa Today, da emissora NBC. “Dá para ver que todos sabem o que vai acontecer, e que eles só querem aproveitar o momento juntos. Todos eles estão com essa aparência de algo que está se encerrando”.

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Empresa não pode proibir namoro entre funcionários; veja as decisões da Justiça

A Justiça do Trabalho tem decidido que as empresas não podem proibir relacionamento amoroso entre os funcionários nem demiti-los com base nesse motivo. Tampouco as organizações podem colocar essa proibição em seus códigos de ética e conduta.

Esse entendimento veio sendo consolidado ao longo dos anos por todas as instâncias, incluindo o Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Nos EUA, o McDonald’s demitiu o presidente executivo, Steve Easterbrook, de 52 anos, após o Conselho de Administração da companhia entender que o executivo “violou a política” da rede de fast-food ao manter uma relação amorosa com uma funcionária.

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Em uma de suas decisões, o TST condenou uma empresa a indenizar um empregado dispensado por justa causa por namorar uma colega. De acordo com a ação trabalhista, a empresa demitiu o trabalhador por ele ter descumprido a orientação que não permitia o envolvimento, mesmo fora das dependências profissionais. Em primeira instância, o juiz considerou o código de ética da empresa inconstitucional. A decisão foi mantida pela corte superior trabalhista.

Em outra decisão, o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) reverteu demissão por justa causa de um funcionário dispensando por namorar uma colega de trabalho alegando que empregador não tem direito de intervir na vida pessoal dos trabalhadores a ponto de impedir que dois empregados mantenham relação amorosa, caso isso não afete o ambiente da empresa. Para o tribunal, o ato foi discriminatório e baseado em uma suposta norma interna da empresa que proibia relações amorosas entre os colegas.

Os relacionamentos entre funcionários da mesma empresa têm se tornado cada vez mais comuns pela quantidade de tempo que as pessoas passam juntas no local de trabalho.

Lei não aborda o assunto

Não há lei que trate do assunto. Mas a Constituição prevê o direito à intimidade, à vida privada e à honra, e é nesses preceitos que a Justiça tem se baseado para tomar suas decisões.

Já o comportamento dos namorados no ambiente de trabalho pode ser disciplinado por regras internas e requer a análise de caso a caso para avaliar se houve ou não excessos passíveis de punição.

Por isso, decisões da Justiça recomendam que os funcionários devem se atentar ao comportamento dentro da empresa, evitando beijos, abraços, relações sexuais ou brigas, considerados condutas impróprias que podem levar à demissão por justa causa, e não podem negligenciar o trabalho em prol do romance no horário de serviço. Ou seja, a discrição, o profissionalismo e o bom senso, separando trabalho e relacionamento, são a chave para evitar problemas no emprego.

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Noiva em cadeira de rodas emociona ao caminhar até o altar

Britânica enfrentou rotina pesada de exercícios para ter forças para ficar em pé no grande dia. “Estou feliz por iniciar minha vida de casada caminhando”

A britânica Emma Kitson, de 35 anos, tinha o sonho de caminhar até o altar para se unir ao noivo, Cristopher. Mas o que parecia um desejo comum para muitas mulheres era um verdadeiro desafio para Emma, uma vez que ela estava em uma carreira de rodas desde que serviu na Guerra do Iraque, em 2003. 

Enquanto estava em serviço, a ex-integrante da Artilharia Real carregava cartuchos de mais de 40 quilos para tanques de bala nas costas, na tentativa de “acompanhar os rapazes”, disse Kitson à agência de notícias britânica SWNS. O peso afetou sua coluna a ponto de precisar de uma cirurgia, da qual saiu impedida de andar, tamanha intensidade da dor que sentia nas pernas. Foi assim que Emma acabou em uma cadeira de rodas. 

Mas ela estava decidida a caminhar até o altar e, para que pudesse enfrentar os 20 passos até Cristopher, vivenciou uma rotina de exercícios pesados na fisioterapia. 

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“Se estou em uma cadeira de rodas pelo resto da vida, não me importo, porque posso dizer que caminhei até Christopher e depois caminhei com ele para fora da igreja”, contou ela. “Eu queria mostrar meu vestido o máximo que pude no meu dia especial.” 

Em 9 de agosto, com a ajuda de seu pai e filho, ela caminhou com sucesso até o marido. A veterana curtiu o restante da festa na cadeira de rodas, mas ficou com a sensação de missão cumprida.

“Estou com dores constantes e com tantos analgésicos que chocariam se eu te contasse, mas continuo com minha vida e me divirto”, disse ela. “Estou realmente feliz por ter terminado minha vida de solteira caminhando e iniciado minha vida de casada caminhando.”

Fonte: R7

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Primeira caminhada no espaço 100% feminina acontece entre hoje e amanhã

As astronautas Christina Koch e Jessica Meir devem sair da Estação Espacial Internacional para corrigir uma falha no sistema de energia na quinta ou sexta-feira; será a primeira vez que apenas mulheres realizam esta atividade.

A agência espacial norte-americana (Nasa) vai adiantar a primeira caminhada espacial feita apenas com mulheres. Na terça-feira (15) foi anunciado que as astronautas Christina Koch e Jessica Meir devem corrigir uma falha no sistema elétrico da Estação Espacial Internacional (ISS) ainda nesta semana.

Esta será a primeira manobra 100% feminina entre as mais de 200 realizadas desde 1965. Em março deste ano, a caminhada foi cancelada porque a Nasa não tinha trajes espaciais do tamanho adequado para as astronautas a bordo.

A saída está prevista para acontecer entre quinta (17) e sexta-feira (18) e faz parte de atividades previstas para a manutenção de baterias da unidade. Na semana passada outros astronautas realizaram as trocas dos equipamentos anteriores por versões mais modernas de lítio.

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Na tripulação há quatro astronautas treinados para a realização destas manobras, dois homens e duas mulheres. Em mais de cinco décadas desde a primeira caminhada espacial, das 227 manobras, mulheres participaram apenas de 14, sempre acompanhadas de homens.

Uma das líderes da operação, Megan McArthur, celebrou em uma rede social este evento que considerou “absolutamente animador.”

“O fato de que serão duas mulheres apenas mostra que temos muitas mulheres capazes e qualificadas na missão.”

A Nasa esclareceu, por meio de um comunicado, que as falhas no sistema elétrico não prejudicam as operações da ISS nem representam um risco à segurança da tripulação.

fonte:G1

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