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Black Friday sem fraude: como aproveitar e não ser enganado

Procon divulga lista de sites não confiáveis. Confira dicas para aproveitar a temporada de descontos sem ser lesado 

Todos os anos, consumidores brasileiros aguardam ansiosamente a chegada de novembro. O motivo é a Black Friday, temporada de super descontos no comércio eletrônico que é tradição nos Estados Unidos e chegou no Brasil apenas em 2010. Para se ter ideia da importância da data, a Black Friday do ano passado movimentou mais de R$ 2,6 bilhões em vendas, um crescimento de 23% em relação a 2017.

De acordo com estudo da IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), este resultado é reflexo do aumento da atenção do brasileiro em relação à data. A expectativa desse ano, segundo a Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop), é crescer 18% o volume das vendas, um faturamento superior a 3 bilhões de reais. Mas para o consumidor não se frustrar e comprar produtos na Black Friday com “falsos descontos”, é necessário pesquisar e se planejar. 

A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP) divulgou um ranking com mais de 400 sites de compras reprovados pelos consumidores. Para quem pretende aproveitar os descontos e fazer bons negócios no dia 29 de novembro, é importante prestar atenção na lista. Das 419 empresas registradas no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) ou Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), mais de 250 estão com o endereço eletrônico fora do ar.

Queixas de mudança de preço ao finalizar a compra é uma das reclamações mais recorrentes. Outra reclamação muito comum é o produto ou o serviço oferecido não estar mais disponíveis no estoque da loja virtual. “Não desestímulo as pessoas a fazerem suas compras na internet. A Black Friday pode ser sim uma boa oportunidade, tem bastante empresa séria. Mas o consumidor precisa estar sempre atento e preparado para aproveitar a época de ofertas e não ter surpresas desagradáveis”, diz Rodrigo Tritapepe, diretor de atendimento e orientação do Procon-SP.  Confira outras dicas para não se prejudicar ao adquirir produtos na Black Friday.

Compra consciente

“Quero? Posso pagar? Tem alguma empresa que confio?” Rodrigo Tritapepe, do Procon-SP, define esses três passos como o “arroz com feijão” para efetuar uma compra consciente na Black Friday. “Pedimos muito para as pessoas não realizarem compras no impulso, na emoção, porque a oferta às vezes realmente é tentadora”, diz. “Já vimos casos de pessoas que estão comprando uma TV de 70 polegadas e ganhava a de 43 polegadas por 100 reais, mas essa pessoa morava num apartamento de 50 metros quadrados. Aonde você vai colocar uma TV de 70 e uma de 43? Portanto, primeiro, avalie se realmente você tem necessidade de adquirir aquele bem. Segundo, se você tiver certeza que quer e que precisa daquilo, é necessário ver se cabe no seu bolso”. O diretor do Procon ressalta também sobre o risco das famosas “parcelinhas”. “A pessoa olha o boleto e acha que é possível pagar, por exemplo, 150 reais por mês, mas esquece das outras compras parceladas que já tem no cartão de crédito ou no boleto e aí o vêm os gastos de começo de ano, como IPVA, IPTU, matrícula escolar e assim a pessoa entra em dívida”. 

Reputação dos sites e monitoramento de preços

“Tem alguma empresa de sua confiança? Você já comprou em algum site? Já teve um relacionamento positivo com determinada loja?” Segundo o diretor do Procon, essas são perguntas fundamentais que o consumidor deve se fazer antes de escolher a empresa que irá realizar uma compra. “Veja a reputação dessa empresa, verifique se no ranking do Procon ela não está reclamada, ali é possível enxergar o comportamento das empresas e perceber o volume de reclamações que elas ocasionaram no último ano”, diz.

O próximo passo é monitorar a evolução do preço. “Recomendamos olhar os sites todos os dias três meses antes da Black Friday, para quando chegar no dia 29 de novembro você ter certeza de que se trata de uma oferta real e que você não está caindo na Black Fraude, que é a maquiagem do preço, quando as lojas inflam o valor das mercadorias 60 dias antes do evento e depois voltam para o preço comum”, explica Tritapepe.

Outra dica válida nesse ponto é utilizar ferramentas virtuais e sites que fazem comparação de preço e avaliam também a oscilação daquele produto nos últimos meses. 

Principais motivos de reclamações

Além da maquiagem dos preços, outra ocorrência comum no comércio eletrônico é a não entrega das mercadorias ou a entrega com um prazo muito extenso. “Muitas pessoas querem aproveitar a Black Friday para fazer as compras de Natal, mas esquecem de observar o prazo de entrega e recebe o produto em março”, diz o diretor do Procon. “Na hora da compra fique muito atento: escolheu o produto, o preço cabe no bolso, confia na loja, então vai lá e veja quando a entrega será feita”. Segundo Tritapepe, até mesmo as grandes lojas e marcas cometem esse erro.

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Divergência do valor ofertado com o valor que foi cobrado também é prática recorrente. Outro ponto importante é observar o valor do frete, muitas vezes ele é mais caro que a mercadoria. “Às vezes a pessoa vai no impulso de comprar, na euforia, e simplesmente ignora fatores importantes e depois acaba tendo problema”.

Trocas e garantias também precisam ser observados e também pagamentos realizados por boleto, já que o volume de fraudes tem aumentado consideravelmente. “É necessário  verificar se o código do banco está correto, se o valor também está certo, se o beneficiário do boleto é pessoa jurídica, checar se aparece um CNPJ e não um CPF”.

Por fim, é importante ficar atento a qual tipo de produto realmente está em promoção, afinal, não são necessariamente todas as mercadorias de um site ou de uma loja física que estão com descontos na Black Friday. “Precisa ter um indicativo bem evidente que aquele produto está em promoção”, diz Tritapepe. 

O que fazer se sentir lesado ao comprar produtos na Black Friday?

É possível acionar o Procon pelo aplicativo ou pelo site. Na primeira tela o usuário já encontra o tópico “Faça sua Reclamação”. Assim que o consumidor registra seu problema, o fornecedor recebe em menos de 24 horas no sistema dele a informação de que ele foi acionado e tem até 10 dias para responder a solicitação do cliente. Depois, o consumidor tem 7 dias para dizer se foi atendido ou não. Se disser que não foi atendido, o Procon abre uma reclamação e inicia um processo administrativo no qual realiza uma audiência ou notifica a empresa para que ela resolva de uma forma conclusiva a questão.

Ao final, se o caso não for resolvido o Procon pode encaminhar a empresa para a fiscalização que, apurando uma conduta lesiva ou abusiva, pode gerar uma multa para a empresa. O serviço é gratuito e para a Black Friday o aplicativo irá contar com uma bandeira direta para que o processo seja mais efetivo. Além disso, o Procon fará um esquema de plantão na madrugada de 28 para 29 de novembro para acompanhar online e ao vivo o comportamento das empresas e do mercado.

A boa notícia, segundo o diretor do Procon, é que as empresas perceberam que não vale a pena apostar na Black Fraude. “A política das empresas demonstram-se cada dia mais sérias no sentido de evitar constrangimentos, elas querem que o consumidor que reclamou volte a ser seu cliente, então normalmente a resolvem o problema rapidamente”, diz. 

Informações | Creditas| Exponencial

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Finanças

Os benefícios do cartão de débito e seu dinheiro

Por que o cartão de débito é bom?
Todos estão acostumados com a facilidade de manusear, utilizar e trocar produtos por dinheiro. Segurar uma cédula ou moeda é algo bastante natural até para os mais jovens – ainda que usá-las com sabedoria seja, infelizmente, um privilégio de poucos. Acostumados com o dia-a-dia das transações comerciais, agora temos a possibilidade de usar uma ferramenta capaz de substituir o dinheiro, mas sem mudar nossa rotina. Isso e mais:

  • Segurança. O cartão de débito só pode ser usado mediante senha, o que confere ao titular total controle sobre os gastos e evita que seu suado dinheiro seja facilmente roubado ou esquecido. Se perder o cartão, o cliente pode facilmente anulá-lo e solicitar outra via – sem que neste período corra o risco de ver seu capital desaparecer;
  • Praticidade e comodidade. Carregar um cartão plástico acaba por ser muito mais fácil que levar notas e moedas, especialmente quando se trata de muito dinheiro. Além disso, o dinheiro usado para o pagamento não está em casa ou com alguém, mas no banco, em sua conta corrente;
  • Senso de responsabilidade. O ato de comprar e pagar com o cartão de débito remete o consumidor a um importante fato financeiro: o dinheiro sairá do saldo disponível em seu banco. Isso significa que o valor usado tem que estar disponível e deve ser lançado no controle financeiro da família. Os atos de digitar a senha e guardar o comprovante emitido sempre despertam esta atitude em quem se planeja e respeita o valor do dinheiro;
  • Registro da operação. O pequeno comprovante que acompanha a transação serve de registro para o lançamento e controle das contas da casa. Nele estão informados o valor da compra, a empresa beneficiada e a data, informações mais que suficientes para alimentar sua planilha ou caderno de despesas/receitas.

Em suma, o cartão de débito funciona como dinheiro, mas se apresenta como ótima alternativa aos maços de reais que costumávamos carregar no bolso. A transação é segura, respaldada por grandes empresas de certificação e segurança digital, e o valor é debitado diretamente de nossa conta bancária. Quem precisa de cheque quando se tem o cartão de débito? Sua utilização, no entanto, depende da disponibilidade de lojistas – o que, nos dias atuais, já não é problema na maioria de nossos municípios.

Por que o cartão de débito é ruim?
Na verdade, ele não é ruim. Como qualquer ferramenta, ele muitas vezes é utilizado de forma incorreta e incoerente. Então, a pergunta correta deveria ser: para quem o cartão de débito é ruim? Obviamente que para aqueles cidadãos que sustentam o recorrente impulso de comprar e satisfazer suas frustrações pessoais através do acúmulo desmedido de produtos, roupas, sapatos e afins. Trata-se do indivíduo que não liga para a necessidade de manter um orçamento doméstico. O perigo se apresenta de duas formas:

  • Gastança que coloca o cliente além do limite de sua conta corrente. A vantagem do débito direto da conta corrente pode se transformar no pesadelo daqueles que simplesmente gastam mais do que têm. Neste ponto, o perigo não difere muito do que ocorre com os cartões de crédito – e a taxa de juros também é altíssima. O cliente que usar demais o cartão de débito e entrar no limite pagará taxas próximas a 8% ao mês pela imprudência. Cartão de débito é ferramenta útil para quem se controla;
  • Gastança que deixa insuficiente o saldo em conta corrente. Fazer da praticidade oferecida pelo cartão – que representa “sempre ter dinheiro” – um gatilho para a felicidade pode deixar seu saldo insuficiente para cobrir as despesas normais do mês. De novo, o orçamento doméstico bem feito pode ilustrar exatamente qual o valor disponível para uso através do cartão. Controle e disciplina como palavras de ordem. Mais uma vez.

Atenção especial com os comerciantes que preferem dar desconto apenas para os que pagam em dinheiro vivo ou cheque. Isso acontece porque eles querem, com isso, se livrar da necessidade de pagar um percentual ao operador do cartão, além de receber o dinheiro na hora. As empresas que lidam com o pagamento de cartão normalmente repassam a quantia aos lojistas depois de 20 dias. A prática é comum, embora não seja reconhecida como justa pelos órgãos de defesa do consumidor e pela maioria dos consultores. Eu acho um absurdo.

A situação do cartão de débito no Brasil
Tive uma grata surpresa ao ler um recente estudo do Banco Central que indica que, em 2008, o número de transações com cartão de débito foi maior que o total de transações realizadas com cheque. O estudo mostra que foram registradas 2,1 bilhões de transações com o cartão de débito em 2008, contra 1,9 bilhões do cheque. Estamos diante de uma redução no uso do cheque, o que é fundamental para a saúde financeira das famílias brasileiras. Que o movimento continue em 2009.

Para encerrar, reitero que minha experiência com os cartões de débito é muito positiva. Seus benefícios são, sem dúvida, maiores que seus prováveis efeitos colaterais. A afirmação só faz sentido, é claro, se o usuário dispuser de bom senso, disciplina e mínimo controle sobre suas finanças. Diante de um Brasil economicamente muito diferente do passado, controlar bem o dinheiro parece ser uma atitude bastante coerente. Em dias assim, o cartão de débito pode realmente se destacar.

 

Por: Conrado Navarro | Dinheirama

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Finanças

Cartão Santander Play é sem anuidade e aumenta o limite a cada 3 meses

O cartão de crédito Santander Play é focado em estudantes universitários que desejam ter um aumento constante de limite de crédito e ainda por cima poder acompanhar todas as despesas em tempo real, diretamente pelo seu smartphone. Confira mais detalhes do cartão Santander Play.

Anuidade do cartão Santander Play

O cliente fica isento de anuidade desde que gaste pelo menos R$ 50,00 em compras a cada fatura. Gastar R$ 50,00 no cartão de crédito não é nada difícil, basta alocar alguns gastos que você faça no débito para o cartão de crédito. Assim você ficará isento de anuidade. No entanto, caso não atinja esse valor, o Santander cobrará a anuidade proporcionalmente.

Aumento de limite programado

Talvez um dos melhores benefício do cartão Santander Play é o fato de que a cada 3 meses você podera ter o seu limite aumentado. Para isso acontecer, basta gastar metade do limite por 3 meses seguidos, com pagamento total e sem atraso. Outro requisito exigido é que o seu CPF esteja em situação regular e não ter apontamento nos órgãos de proteção ao crédito. Por fim, o cliente não pode ter parcelamento de fatura ou de saldo total de cartões de crédito, nem renegociação/refinanciamento de dívidas no Banco Santander.

Limite de crédito: a partir de R$ 250 até R$ 2.000, não precisa comprovar renda.

Descontos no Esfera

O usuário do Santander Play poderá participar do Esfera. Uma rede de parcerias do Santander com descontos, promoções e condições especiais.

 

Tempo real

Outra vantagem do cartão Santander Play é poder acompanhar os gastos em tempo real através do App Way. Ou seja, assim ficará mais fácil de você não se perder nas contas do mês.

Cartão de crédito Internacional

O cartão Play permite que você faça compras em qualquer lugar do mundo e pela internet.

Gestão da fatura pelo App Way

Além de acompamhar em tempo real todas as transações realizadas com o seu cartão, o aplicativo Way permite outras funcionalidades como o desbloqueio do cartão, bloqueio temporário, gestão de limites e cartão virtual.

Mastercard Global Service

O Mastercard Global Service dá mais comodidade para o usuário que esteja viajando para o exterior. Isso porque ele dá assistência 24 horas e você poderá comunicar perda ou roubo e solicitar substituição emergencial do cartão. Além disso, também há possibilidade de adiantamento emergencial de dinheiro.

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Mastercard Surpreenda

Você também pode participar do Mastercard Surpreenda, programa de benefícios da Mastercard. Nele, você pode comprar 1  produto e levar 2 produtos nos parceiros do programa.

Considerações Finais

Por fim, obviamente, que se você for estudante universitário e ainda gaste no mínimo R$ 50,00 por mês com o seu cartão de crédito, essa opção é extremamente vantajosa. Até porque você terá um cartão de crédito sem anuidade com todos os benefícios elencados acima e ainda uma grande instituição para lhe dar segurança.

 

Por Luiz Felipe Kessler | Seu crédito Digital

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Finanças

Conheça o Itaucard Brasil Digital, o cartão sem anuidade do Itaú

Embora o Itaucard Brasil Digital seja o 1º cartão de crédito sem anuidade do Itaú, sabemos que o Grupo Itaú Unibanco controla a Credicard, que por sua vez, possui o Credicard Zero. Mas em relação ao Itaucard Brasil Digital sem anuidade, os clientes, infelizmente, não conseguem solicitá-lo. O cartão foi criado devido ao grande número de pedidos de isenção de anuidade. Ou seja, ele é uma forma de reter os clientes do banco insatisfeitos por estarem pagando anuidade.

Sem dúvida, as fintechs e outras instituições financeiras estão pressionando o mercado com diversas opções de cartões sem anuidade. Por isso, o Itaú acabou criando o Itaucard Brasil Digital, sendo que ele só está disponível para migração (downgrade).

Como conseguir o cartão Itaucard Brasil Digital

Como foi dito logo acima, não é possível solicitar o cartão, mas você pode entrar em contato com a central de atendimento e pedir para cancelar o seu Itaucard devido à anuidade. É provável que o banco lhe ofereça o cartão Itaucard Brasil Digital sem anuidade. No entanto, isso só vale para quem tem um cartão de crédito com anuidade do Banco Itaú puro crédito (Não válido para cartões múltiplos).

Então, ligue para a central de atendimento do Itaucard pelo 3003-3030 ou pelo chat via aplicativo. Mas o mais recomendado é que você faça o pedido de downgrade para o Itaucard Brasil Digital Mastercard através do chat. Depois que for confirmado o downgrade, será possível seguir utilizando o seu atual até que chegue o seu novo cartão e desbloqueie.

O Itaucard Brasil Digital Mastercard é um cartão nacional e tem todos os benefícios do cartão Itaucard, menos o programa de fidelidade. O que significa que ele não acumula pontos. Entretanto, se você optar pela bandeira Mastercard, será possível acumular pontos no programa Surpreenda Mastercard.

Não possui cartão Itaucard?

Existem duas alternativas para você ter um cartão sem anuidade do Grupo Itaú:

  1. A primeira alternativa é solicitar algum cartão Itaucard com anuidade e depois pedir o downgrade para o Itaucard Brasil Digital;
  2.  Outra alternativa é você pedir diretamente o Credicard Zero. Até porque ele lhe dará mais benefícios, além de ser internacional, sendo que você poderá fazer compras em qualquer lugar do mundo que aceite a bandeira Mastercard.

Considerações Finais

Se você está insatisfeito por pagar anuidade do seu Itaucard, pedir o downgrade pode ser a saída para não ter mais cobrança de anuidade em seu cartão de crédito. No entanto, talvez seja o momento de você olhar para algumas fintechs ou até mesmo pedir um Credicard Zero do próprio Grupo Itaú Unibanco. Mas aí quem deve escolher é você.

Fonte | Informações: Seu crédito Digital | Por: Luiz Felipe Kessler

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