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Folha Pet

Benefícios dos tratamentos orais contra as pulgas para cães

O efeito de alguns desses medicamentos pode durar até três meses.

Muitas vezes os animais de estimação são expostos a vários parasitas que podem representar uma grande ameaça para a sua saúde. Uma das opções para combatê-los são os tratamentos orais contra as pulgas, fáceis de administrar e altamente eficazes.

Atualmente, existem muitos produtos para lidar com pulgas e carrapatos, entre os quais podemos citar pipetas, pílulas, sprays e coleiras. Tanta variedade de formatos tende a gerar incerteza nos donos, o que os leva a escolher aleatoriamente ou priorizar os mais econômicos.

Ao escolher entre tratamentos orais contra as pulgas ou tratamentos tópicos, a recomendação do especialista que acompanha a saúde do animal deve ser considerada uma prioridade.

Ele avaliará o grau de exposição do animal e a possível reação ao medicamento utilizado, dependendo da sua idade e tamanho.

Como escolher os melhores tratamentos orais contra as pulgas

A maioria desses medicamentos é composta por uma série de substâncias químicas cujas propriedades podem ajudar a determinar a eficácia do produto em si. Entre os mais frequentes, destacam-se:

  • Lufenuron: atua exclusivamente contra larvas de pulgas e é seguro para espécimes adultos e para carrapatos. A Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos, permite o seu uso em cães e gatos.
  • Nitenpyram: é um inseticida de ação rápida contra pulgas e carrapatos. Os veterinários costumam usá-lo para matar parasitas de um cão que já foi infectado, e não como uma opção preventiva, devido à sua baixa durabilidade. A FDA também permite sua aplicação em gatos.
  • Spinosad: destina-se a matar pulgas adultas através da hiperestimulação do sistema nervoso. É inofensivo para carrapatos. A FDA recomenda seu uso apenas em cães não epilépticos, embora este medicamento tenha sido usado em alguns tratamentos tópicos contra os piolhos para seres humanos, como o Natroba.

     

    Vantagens diante dos tratamentos tópicos

    Os produtos com um formato oral geralmente vêm na forma de comprimidos ou mastigáveis, já que os líquidos podem ser mais difíceis ​​de administrar.

    Com o passar do tempo, os laboratórios vêm melhorando as características organolépticas dos medicamentos. Assim, os animais de estimação tendem a associá-los a guloseimas ou à ração em vez de remédios.

    No entanto, no caso de o comprimido ter um sabor menos palatável, é fácil “camuflá-lo” ao misturá-lo com alimentos gostosos.

    A via mais fácil e rápida de administração dos tratamentos orais contra as pulgas é a sua principal vantagem, mas também existe o fator de latência.

     

    A maioria desses medicamentos geralmente é eficaz durante um a três meses após a aplicação, principalmente se o grau de exposição não for muito alto.

    Esta permanência os torna uma alternativa mais prática em comparação com aqueles com um formato tópico, cujos efeitos podem ser determinados pela frequência do banho.

    O cheiro é um dos principais sinais de reconhecimento dos animais. Alguns antiparasitários tópicos emitem um aroma que pode incomodar muito os animais de estimação, o que poderia causar um comportamento nervoso após as primeiras horas de aplicação.

    Além disso, assim como nos humanos, cães e gatos podem ter dermatite atópica ou reagir aos compostos químicos utilizados, algo mais incomum em tratamentos orais.

    Em geral, é melhor seguir sempre as recomendações do veterinário e verificar a eficácia do produto após o uso.

    As características individuais de cada animal de estimação, o grau de exposição e a estação do ano podem influenciar o seu modo de ação, o que diminui a proteção do animal.

    Fonte:R7

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Animal

Papagaio dedo-duro entrega cachorro que destruiu chinelo

Mulher perguntou a ave qual dos cães era o grande responsável pela bagunça: Isabela ou Rafael? Veja o vídeo!

Um papagaio dedo-duro está fazendo sucesso nas redes sociais. O vídeo mostra uma mulher com um chinelo destruído e procurando pelo culpado.

Isabela e Rafael, os dois cães da família, são apontados como suspeitos de estragar a peça. Os dois aparecem no quintal da casa tentando fugir da bronca.

Sem “provas concretas”, ela pergunta ao papagaio Paçoca quem foi o responsável pela bagunça. E é claro que ele não perde tempo e dedura na cara dura.

O post já passa de 1,4 milhões de visualizações. Paçoca (carinhosamente) já é o mais novo “X9” do mundo pet. Veja o vídeo:
 
 
 
 
Fonte: R7
 

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Senado aprova projeto que proíbe que animais sejam juridicamente tratados como coisas

 

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Cabrita que não movimenta patas traseiras é adotada e ganha cadeira de rodas adaptada: ‘Anda para todo lado’

 

O futuro da Bibi era incerto. Ela nasceu debilitada, sem movimentos nas patas traseiras e a própria mãe a rejeitou. A história que tinha tudo para ter um desfecho triste sofreu uma reviravolta a partir do momento em que a cabrita foi adotada por uma família que mora em Novo Horizonte (SP).

Ao chegar na propriedade rural de Jocineia Bordinhom Dizarro, de 39 anos, além de ser presenteada com dois irmãos, a Bibi ganhou uma cadeira de rodas construída pela família adotiva e uma nova chance.

“Ficamos sabendo de três cabritos que tinham nascido em uma propriedade. A fêmea tinha um problema e a família não tinha condições de criá-los. Então, resolvemos adotá-los. Cada um é de uma mãe diferente. Os três estavam debilitados porque as mães não os amamentavam”, afirma.

Em entrevista ao G1, Jocineia contou que adotou a Bibi após 10 dias do nascimento. Ao ter contato com o animal pela primeira vez, ela percebeu que a cabrita tinha muita dificuldade para mover as patas traseiras.

“Nos primeiros dias, ela até dava alguns passos, mas depois perdeu totalmente o movimento das patinhas. Mesmo assim, ela se esforçava muito para acompanhar os irmãos. Às vezes, ela chegava a arrastar as patas”, diz.

Foto: Arquivo Pessoal

Fisioterapia caseira

Sem condições de bancar com as despesas de um veterinário e, consequentemente, descobrir qual o tratamento correto, a família decidiu navegar na internet para descobrir uma forma alternativa de ajudar a Bibi.

“Nós não sabemos qual o problema ela tem, qual a dificuldade possuí. Gostaríamos muito de descobrir para ajudá-la da melhor forma. Ela não consegue fazer as necessidades sozinha. Portanto, eu coloco uma fralda nela quando anoitece para que ela permaneça quentinha e sem se molhar”, afirma.

Durante a pesquisa, a família encontrou dicas de exercícios físicos que poderiam auxiliar o animal a recuperar o movimento da patas traseiras. Sem pensar duas vezes, Jocineia começou a fazer ‘sessões’ de fisioterapia na Bibi.

“Eu fui puxando as patinhas dela. Com isso, percebi que ela corresponde, mas na hora de ficar em pé sozinha, ela senta porque não tem força. Nós também colocamos uma toalha embaixo dela para que ela pudesse caminhar um pouco, ir movimentando as patinhas”, conta Jocineia. 

Bibi de rodas

Todo o tempo investido na recuperação do animal surtiu efeito, mas a família não se deu por satisfeita. Ao ver a força de vontade da cabrita em seguir os irmãos, Jocineia teve a ideia de construir uma cadeira de rodas adaptada.

“Nós também vimos na internet como construir uma cadeirinha de rodas para cachorros. Então, eu chamei meus filhos e meu marido para construirmos. Compramos os materiais e fizemos nós mesmo. Foi a melhor coisa. Agora a Bibi anda para todo lado”, explica Jocineia.

Jocineia conta que diversas pessoas disseram para sacrificar o animal, porque ele sofreria muito e não valeria a pena gastar tanto tempo e dinheiro na recuperação dele. Contudo, a mulher afirma que nunca pensou nisso.

“Eu sempre falei para as pessoas que se fosse para ela morrer, ela morreria comigo, com a barriga cheia e com muito amor. Valeu muito a pena não ter escutado o pessoal que tentou me desanimar”, conta Jocineia.

Animais de estimação

De acordo com Jocineia Bordinhom Dizarro, os três cabritos vivem dentro da casa da família e se transformaram em ‘animais de estimação’.

“Os três vieram bem debilitados, mas nós nunca desistimos deles. Atualmente, eles estão ótimos e convivem conosco diariamente, dividindo os cômodos. É uma alegria poder conviver com eles. Chega à noite e eles pegam fogo”, conta.

Sem mães para amamentá-los, os familiares preparam as mamadeiras e oferecem para eles. O leite é consumido em questões de minutos.

“Depois de se alimentar. Eles costumam brincar bastante. Onde os irmãos vão, a Bibi vai atrás. Apesar dela sentir um pouco de dor, ela está feliz”, conta Jocineia.

 

Veterinário

G1 procurou um veterinário e enviou os vídeos da cabritinha para que ele pudesse analisá-los. Segundo Halim Atique, que trabalha em um hospital veterinário de São José do Rio Preto (SP), a Bibi precisa passar por exames para que um diagnóstico correto seja feito.

“Nesse caso em específico, o correto seria ela passar por um consulta. Por meio de exames como raio x, conseguimos descobrir se o que ela tem é um problema congênito ou um adquirido”, diz Halim Atique.

Contudo, o veterinário afirma que pelas imagens é possível verificar que a Bibi consegue movimentar um pouco as patas traseiras, um sinal positivo para que ela possa melhorar.

“Pelo vídeo, dá para ver que ela tem sensibilidade, tem movimento nos membros posteriores, ela só não consegue firmar. No mesmo vídeo, é possível ver que ela troca os passos dos membros traseiros. Possivelmente, ela não tem força suficiente para se manter”, diz o veterinário.

Fonte: G1

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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