Ligue-se a nós
[adrotate group="1"]

Amado e odiado, horário de verão existe desde o começo do século passado

O horário de verão começou a vigorar neste domingo, 4 de novembro e se estenderá até o dia 16 de fevereiro de 2019 em Minas Gerais, São Paulo, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

E você, ama ou odeia?

Conheça a história do horário de verão:

Uma hora de sol a mais no dia. Costuma ser essa a perspectiva daqueles que apreciam o horário de verão e gostam da oportunidade de ter um tempo no final da tarde para praticar alguma atividade física ao ar livre antes que a noite finalmente caia. Uma hora para acordar mais cedo e ir trabalhar ainda na escuridão. Costuma ser essa aperspectiva daqueles que não gostam da alteração em seu relógio biológico, tendo que sair de casa de manhã muitas vezes antes de o sol se levantar.

A polêmica em torno do horário de verão é tão antiga quanto ele. O primeiro país a adotá-lo foi a Alemanha, em 1916, como parte do esforço para economizar energia durante a Primeira Guerra Mundial. Pouco tempo depois, outros países europeus e os Estados Unidos fizeram o mesmo. A ideia, no entanto, começou a surgir mais de cem anos antes, em 1784, quando o político e cientista americano Benjamin Franklin publicou o ensaio “An Economical Project for Diminishing the Cost of Light” (“Um Projeto Econômico de diminuir o custo da luz”), sugerindo que as pessoas acordassem mais cedo no verão – sem, no entanto, mencionar mudanças na hora oficial. Tempos depois, em 1907, o cientista britânico William Willet publicou o texto “The wasting os daytime” (“O desperdício de luz do dia”) propondo a mudança gradativa do horário oficial, de modo que, a cada domingo do mês de abril, durante quatro semanas, o relógio fosse atrasado em 20 minutos, o que totalizaria 1h20 de alteração. A diferença seria recuperada também gradativamente, em setembro. Vale lembrar que, no Hemisfério Norte, o verão se estende de junho a setembro. A proposta de Willet foi intensamente debatida, mas só adotada na década seguinte.

1931 foi o primeiro ano em que vigorou o horário de verão no Brasil. De lá para cá, ele foi adotado algumas vezes nas décadas seguintes, quase sempre em todo o território nacional, e na maioria das vezes, entre outubro e fevereiro – mas em 1950, durou até 30 de abril. Desde 1985, ele é adotado todos os anos, ininterruptamente. Antes desse ano, a última vez que vigorara havia sido no verão de 1967/68. A partir de 1988 deixou de ser adotado em todo o território nacional e hoje inclui apenas as regiões, Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Segundo o site do Operador Nacional do Sistema, órgão responsável pela coordenação e controle da geração e da transmissão de energia no Brasil, o objetivo principal do horário de verão não é propriamente a economia de energia, mas a redução da demanda máxima nos horários de pico. Como a iluminação passa a ser acionada uma hora mais tarde, deixa de haver coincidência com o horário em que indústria e comércio mais demandam eletricidade. Com isso, evita-se a sobrecarga do sistema.

O horário de verão é atualmente regido pelo Decreto nº 6.558 de 2008. Segundo o texto, os relógios devem ser atrasados em uma hora sempre no terceiro domingo de outubro e novamente adiantados no terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte, exceto se for domingo de Carnaval – nesse caso, o horário de verão será encerrado no terceiro domingo de fevereiro.


Fonte: Agência Senado

Anúncio

Votuporanga

Homem fica ferido após cair com paramotor em Votuporanga

De acordo com o Corpo de Bombeiros, equipamento teve uma pane durante o voo e o homem caiu no telhado de um galpão.

Um homem de 35 anos ficou ferido após cair com um paramotor nas imediações do 6º Distrito Industrial, em Votuporanga, no início da noite de sábado (28).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o homem fazia o voo na região quando o motor do equipamento deu pane e o motor caiu em cima do telhado de um galpão.

O homem foi encaminhado à Santa Casa reclamando de dores na lombar e em um dos pés. Após passar por atendimento, foi encaminhado ao Hospital Austa, em São José do Rio Preto (SP).

O homem permanece sob acompanhamento médico.

Continuar Lendo

Destaques

Santa Casa de Votuporanga recebe doação de álcool em gel

Uma parceria de sucesso e de muita solidariedade! A UNIFEV, em parceria com a Usina Alcooeste, do grupo Arakaki, está fazendo a diferença no atendimento da Santa Casa em tempos de pandemia do Coronavírus.
A Usina forneceu 2.000 litros de álcool, que estão sendo transformados em gel pela nossa Instituição de ensino, ajudando na prevenção e propagação do COVID-19. Foram entregues nesta quinta-feira (26/3) 38 quilos do produto, colaborando assim na proteção e segurança de nossos pacientes e colaboradores.
Muito obrigado, pessoal. Juntos somos mais fortes! Todos contra COVID-19!

Continuar Lendo

Destaques

Sistema de Ensino Unifev disponibiliza 10 e-books gratuitos para o público infantil

Livros podem ser acessados na íntegra pelo link: www.unifev.edu.br/livrosgratis, após o preenchimento de um formulário

Para tornar a quarentena um período produtivo, o Sistema de Ensino Unifev (SEU) está disponibilizando para download 10 e-books gratuitos destinados ao público infantil. Os livros podem ser acessados na íntegra pelo linkwww.unifev.edu.br/livrosgratis, após o preenchimento de um formulário.

Os materiais apresentam às crianças temas comuns ao seu universo, como: modelos da habilidade de civilidadehabilidades de reconhecer e nomear sentimentoshabilidade de empatiahabilidade social de assertividade e defesa dos direitos; e habilidade de autocontrole emocional. Também estão liberados ao público, a Coleção Histórias Rimadas, uma releitura de clássicos da literatura infantil, e um caderno de artes com dicas de atividades práticas.

De acordo com a coordenadora do SEU, Profa. Dra. Nínive Daniela Guimarães Pignatari, os títulos são resultado do trabalho de uma equipe multidisciplinar, composta por pedagogos, psicólogos, professores, designers, revisores e outros profissionais. “Com a introdução das obras nosso objetivo é possibilitar múltiplas interpretações, engajando a criança em atividades de leitura que estimulam o pensamento crítico, o conhecimento de mundo e a sensibilidade”, disse.

Para o Reitor da UNIFEV, Prof. Dr. Osvaldo Gastaldon, essa é mais uma maneira de contribuir para que o período seja uma oportunidade de diversão e aprendizado para as crianças. “A exemplo dos cursos na modalidade Educação a Distância (EAD) e os jogos que já estão disponíveis em nossa plataforma online, estamos viabilizando mais uma oportunidade de entretenimento à comunidade”, declarou.

Confira, abaixo, os e-books disponíveis para download:

  • A rainha e a ervilha (Coleção Histórias Rimadas): história original de Hans Christian Andersen, adaptada por Nínive Pignatari;
  • As três porquinhas empoderadas (Coleção Histórias Rimadas): história original de Joseph Jacobs, adaptada por Nínive Pignatari;
  • Os músicos de Bremen (Coleção Histórias Rimadas): história original de Hans Christian Andersen, adaptada por Nínive Pignatari;
  • Lilinha e o tacho dourado (Coleção Histórias Rimadas): história original de Irmãos Grimm, adaptada por Nínive Pignatari;
  • As palavras mágicas de Lila (Modelos da habilidade de civilidade): autoria de Raquel Martins Sartori;
  • Caras e bocas: as emoções de Lila (Habilidades de reconhecer e nomear sentimentos): autoria de Raquel Martins Sartori;
  • Cloe numa enroscada (Habilidade de empatia): autoria de Raquel Martins Sartori;
  • Lila pode dizer “não” (Habilidade social de assertividade e defesa de direitos): autoria de Raquel Martins Sartori;
  • Lila vai explodir (Habilidade de autocontrole emocional): autoria de Raquel Martins Sartori;
  • Caderno de artes: fábrica de brinquedos.

Continuar Lendo

Populares