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Coronavírus

Álcool em gel: pediatra do SanSaúde alerta sobre riscos de acidentes

Dra. Regina Celi Esteves Gomes deu dicas para os pais e reforçou a necessidade dos pequenos permanecerem em casa

O álcool em gel entrou de vez na rotina das famílias, principalmente no combate ao Coronavírus (COVID-19). É raro o produto não ser encontrado em bolsas, carros, empresas, supermercados e na maioria dos lares em todo o mundo. Mas a combinação: isolamento social e crianças em casa pode ser um problema!

A médica pediatra do SanSaúde, Dra. Regina Celi Esteves Gomes, deu dicas para os pais. “Em tempos de pandemia, o álcool em gel é um grande aliado, porém aumenta bastante o risco de acidente nos pequenos, que podem ir desde uma dermatite até uma intoxicação alimentar. Quando ocorre uma ingestão, mesmo em pequena quantidade, pode causar sintomas como sonolência, alteração na fala e no comportamento, tonturas e respiração lenta”, disse.

Ela alertou também sobre o produto ter contato com os olhos. “Provoca hiperemia e irritação mucosa ocular”, afirmou.

Queimaduras

Queimaduras graves também podem ocorrer. “As chamas são transparentes, fazendo com que muitas vezes não se perceba que está atingindo o corpo. Em casos de acidentes, deve-se procurar ajuda médica imediatamente”, complementou. O SanSaúde disponibiliza médicos pediatras de segunda a sexta-feira na sede do plano. Os agendamentos devem ser realizados pelo telefone 3426-3000.

Prefira água e sabão

Dra. Regina orientou que os pais prefiram higienizar as mãos das crianças com água e sabão. “É a forma mais recomendada. O álcool em gel deve ser utilizado somente em situações em que a lavagem das mãos não seja possível e sempre com a supervisão de um adulto. Mas atenção: o produto não deve ser usado em menores de dois anos, devido a pele sensível”, frisou.

Em casa

A pediatra reforçou o pedido para que os pequenos permaneçam em casa. “Devem sair somente para vacinas, consultas de puericultura ou se estiverem necessitando de atendimento médico. Em todos os casos, o uso da máscara é obrigatório, exceto para menores de dois anos”, contou.

Ela ressaltou que as crianças devem evitar as visitas aos avós, pelo risco de infectá-los, pois fazem parte do grupo de risco. “Higiene de mãos e distanciamento social ainda são as melhores maneiras de se prevenir do contágio do COVID-19”, finalizou.

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Coronavírus

Santa Casa comemora: mais de 500 altas de COVID-19

Valdir Antonio da Silva, 52 anos; Silmara Regina de Souza Caetano, 47 anos, e Rafael Pereira da Silva, de 53 anos, retornam para casa

A terça-feira (15/9) ficará marcada para a Santa Casa de Votuporanga. Hospital de referência para tratamento do novo Coronavírus em 17 cidades, a Instituição ultrapassou a marca de 500 altas para os pacientes que tiveram COVID-19.

Após 12 dias de internação, Valdir Antonio da Silva, 52 anos, superou as complicações causadas pela doença e pode ir para casa em Valentim Gentil. Ele comemora com muita fé sua recuperação. “Só tenho a agradecer a toda equipe da Santa Casa, pois fui muito bem tratado, sempre com muito carinho e atenção. Agradeço cada um de coração, só Deus para pagar todos pelo apoio moral e profissionalismo dos médicos, enfermeiros e demais colaboradores”, contou.

Além de Valdir, Silmara Regina de Souza Caetano, 47 anos, e Rafael Pereira da Silva, de 53 anos, também voltaram para sua convivência com os familiares, em Votuporanga, após tratamento de COVID-19.

Para o provedor da Instituição, Luiz Fernando Góes Liévana, a recuperação de tantos pacientes é uma vitória. “Eles encontraram um socorro e foram acolhidos com toda segurança e cuidado. Receberam atendimento humanizado, com nossos profissionais sempre dispostos a levar uma palavra de conforto e esperança”, destacou.

Ele parabenizou todo o empenho dos que atuam na linha de frente. “É uma equipe que trabalha diariamente com portadores desta patologia nova, a COVID -19, muitos em casos graves. Portanto, cada alta hospitalar é uma vitória, e ultrapassar a 500ª se torna hoje um grande marco para todos nós, pois demonstra que vale à pena”, ressaltou.

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Coronavírus

COVID-19: Pediatra do SanSaúde alerta sobre cuidados com recém-nascidos

Dra. Monize Andrea Cavassani Nunes, enumerou as principais recomendações, especialmente na amamentação

Quando um bebê nasce, a alegria e emoção tomam conta da família. Todos se mobilizam para conhecer e ter contato com o novo integrante. Mas atenção: em tempos de pandemia do novo Coronavírus (COVID-19), a conscientização deve ser ainda maior em relação aos cuidados pessoais.

A pediatra do SanSaúde, Dra. Monize Andrea Cavassani Nunes, enumerou as principais recomendações. “Primordialmente, é preciso fazer restrições de visita com uso de máscara (cobrindo nariz e boca) e evitar lugares cheios, aglomerados ou fechados”, destacou.

A médica orientou ainda não compartilhar objetos de uso pessoal do bebê e higienizar os utensílios que tiveram contato com o neném, se usar fórmula infantil, já que o vírus pode sobreviver horas ou até dias em plásticos (bico de mamadeira) e metais (latas de leite).

Dra. Monize pediu atenção quanto à lavagem de mãos. “É uma medida fundamental para o cuidador e para o recém-nascido, que adora colocar a mão na boca. Preferencialmente, oriento usar água e sabão por 20 segundos, no mínimo, ou álcool gel 70%”, ressaltou.

Amamentação

Os cuidados devem acontecer, inclusive, na amamentação. A orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria é que se mantenha o aleitamento materno usando máscara e com as mãos bem higienizadas com água e sabão ou álcool em gel 70%.

A médica frisou que a amamentação pode ajudar na transmissão de anticorpos. “No caso da mãe não se sentir à vontade por medo ou insegurança, pode optar por tirar o leite e outra pessoa oferecer em um copinho ou colher dosadora. Mas os benefícios do aleitamento superam qualquer risco de contrair a infecção”, enfatizou.

Mãe positivou com COVID-19 e agora?

Quando isso acontecer, deve manter o recém-nascido junto à mãe em regime de alojamento conjunto. “O quarto deve ser privativo, com precaução de contato e gotículas, procurando manter distanciamento mínimo de 1 metro e, de preferencialmente, 2 metros entre o leite materno e o bebê”, explicou.

A pediatria ressaltou que é fundamental o uso de máscara e higienização das mãos com água e sabão e/ou álcool gel antes e após os cuidados com o filho. “Durante a amamentação, deverá usar máscara cirúrgica e ter feito a lavagem das mãos. O equipamento de proteção individual deve ser trocado imediatamente após tosse ou a cada mamada”, disse.

Na troca de fraldas, ela orientou a utilização de luvas pelo risco de eliminação de vírus nas fezes do recém-nascido.

O risco da doença é maior para crianças?

Muitas mães possuem dúvidas quanto ao risco de Coronavírus para os bebês. “Existe uma baixa incidência de casos de COVID-19, pois muitos são assintomáticos ou apresentam poucos sintomas e a infecção passa despercebida e não notificada”, disse.

Carteira de vacinação

Neste momento de pandemia de Coronavírus, o ideal é manter a carteirinha em dia. “É recomendado agendar o horário de vacinas, serviços de drive thru ou solicitar o profissional capacitado que irá realizar a imunização em domicílio”, finalizou.

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Coronavírus

Microempreendedor doa 60 protetores faciais e cinco medidores de pressão

Aristides Gallani Júnior precisou de atendimento e, como gratidão, colaborou com a Santa Casa

“Quando você conseguir superar problemas graves não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais essa prova em sua vida. Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na bênção de Deus que permitiu a cura. Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas dificuldades. Elas serão uma prova de sua capacidade e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo”. Essa frase maravilhosa do saudoso Chico Xavier representa muito bem o microempreendedor Aristides Gallani Júnior.
Aristides é uma pessoa solidária, que tem como missão ajudar o próximo. Em abril, ele confeccionou 50 protetores faciais para a Santa Casa de Votuporanga, a fim de proteger os colaboradores no combate do Coronavírus (COVID-19).
Recentemente, Aristides esteve no Hospital. Mas, desta vez, porque necessitou de assistência. Ele foi diagnosticado com COVID-19, precisando de internação. Foram cinco dias de muita batalha e de aprendizado. “Acredito que foi uma experiência que eu tive de passar para compreender melhor o trabalho dos médicos e colaboradores da Santa Casa”, contou.
Júnior destacou a organização e metodologia da Instituição no tratamento da doença. “Tudo tem um controle rígido, atendendo a normas de segurança visando preservar médicos, colaboradores e pacientes. O avental utilizado era trocado em cada visita do quarto, até mesmo o aparelho de pressão não era compartilhado. Isso demonstra cuidado e prevenção”, disse.
O microempreendedor também ressaltou a atuação dos profissionais na linha de frente.  “Eu vivenciei a dedicação, empenho e carinho de todos os envolvidos nesta luta. Testemunhei várias histórias e, quando sai, me comprometi a confeccionar os protetores faciais porque entendo que este atendimento não pode parar”, complementou.
Diretamente da sua casa, ele produziu 60 unidades para Hospital. “Quando fiz os primeiros para a Instituição, utilizei uma versão da República Tcheca. Vi que saiu um modelo maior, com detalhes nas laterais. Analisei o projeto, as medidas e fabriquei”, afirmou.
Nesta semana, Júnior fez a entrega dos 60 equipamentos de proteção individual juntamente com cinco medidores de pressão com estetoscópio. A contribuição também foi para Unidade de Pronto Atendimento (UPA), com 15 protetores faciais.
O provedor da Santa Casa, Luiz Fernando Góes Liévana, agradeceu o empresário. “No início da pandemia, Júnior fez uma importante doação para o Hospital. O protetor facial, feito em policarbonato e acetato, aumenta a segurança e o prazo de validade das máscaras utilizadas normalmente por médicos e enfermeiros. Ele isola ainda mais o rosto dos profissionais no contato com os pacientes. Desta vez, sua colaboração nos enche ainda mais de motivação. Como paciente, ele vivenciou nossa rotina e necessidades, agradecemos imensamente por esse gesto tão nobre”, finalizou.

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